Menu

sábado, 8 de maio de 2010

Seagate apresenta nova linha de HDs externos.
È de Graça Uai !

Seagate apresenta nova linha de HDs externos.


A linha de HDs GoFlex da Seagate traz, além da própria beleza, uma inovadora idéia de cabos com adaptadores para futuras conexões. Hoje em dia os HDs suportam USB 2.0 e 3.0, Firewire 400 e 800 e também o eSATA.

Um problema para os usuários de Mac está na saída de fábrica dos HDs já em NTFS, mas a Seagate também está vendendo HDs em formato de leitura para MAC OS X, eliminando qualquer problema de leitura/escrita de arquivos no OS da Apple.

Outra novidade desta venda específica para Mac é a possibilidade de usufruir dos mesmos extras que os usuários de PC têm, como a possibilidade de fazer backup simplesmente com o ato de trocar o cabo, eliminando o Time Machine que acompanha o Leopard (OS X 10.5) e Snow Leopard (OS X 10.6).

Já estão disponíveis para a compra as versões de 3.5 e 2.5 polegadas, com valores que vão de US$ 90,00 para 320 GB e até US$ 200,00 para ter 1 TB para portáteis e 2 TB para desktop. Ainda há uma edição Pro que conta com 7.200 rpm nos HDs e com suporte a criptografia dos arquivos, custam US$ 140,00 para 500GB e US$ 190,00 para 750GB.
Continue reading →

domingo, 2 de maio de 2010

È de Graça Uai !





Link da matéria:


O HD é uma das partes mais importantes do seu computador. Só quem já perdeu um sabe o valor que ele tem... E você tem idéia de como anda a saúde do seu disco? Esse programa aqui talvez te ajude. É o GSmartControl. 

O uso do GSmart é bastante simples. Depois de baixado e instalado, o programa reconhece automaticamente o seu HD. Basta clicar nele e começar a descobrir os detalhes do seu disco. O programa realiza um diagnóstico das principais propriedades do equipamento. São feitos diversos testes, a fim de checar cada função do HD. Aqui você pode saber quais são as falhas mais impactantes e até prever quando elas podem ocorrer novamente.  

O software funciona com HDs de modelos ATA, conhecidos como PATA e SATA. O sistema consegue avisar sempre que uma situação fora do normal acontece no disco. Imediatamente o usuário é alertado sobre o problema e o nível crítico que ele apresenta. Ainda que ele não resolva as falhas, a aplicação oferece um bom monitoramento para o o usuário. 

Se quiser aproveitar a nossa dica e saber se seu computador está precisando de um pouco mais de atenção, acesse o link que está logo acima desse texto e faça agora o download do programa. É de graça!
Continue reading →

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Faça uma limpeza no seu HD em poucos minutos
È de Graça Uai !

Faça uma limpeza no seu HD em poucos minutos

"Seu disco rígido está com muito espaço ocupado? Então descubra os arquivos responsáveis por isso!"
FlexTk é um aplicativo muito útil, principalmente para quem sempre tem problemas com espaço livre em disco. Esta é a nova versão do programa, que ganhou cara nova, novas funções e botões bem grandes para facilitar a localização delas.
Com as ferramentas padrão do Windows é praticamente inviável identificar os tipos de arquivos que mais ocupam espaço em disco. Geralmente, quando notamos que há um espaço em excesso utilizado misteriosamente, partimos para um software de limpeza a fim de eliminar todo e qualquer tipo de arquivo desnecessário. Mas e quando isso não resolve?
O FlexTk Express é um software simples, porém muito eficiente. Ele analisa uma pasta qualquer (ou até mesmo uma unidade de disco inteira), identifica os tipos de arquivos encontrados e apresenta a porcentagem por eles ocupada. Cada tipo possui subpastas com os formatos a ele associados, permitindo uma análise mais detalhada e eficiente.

Cara nova
Com a nova interface, FlexTk ficou muito mais fácil de usar, pois com uma barra de botões que abrange praticamente 50% das ferramentas tudo fica mais fácil. O mais interessante do programa é que agora é possível analisar os arquivos duplicados, classificá-los, organizá-los e até adicionar aos favoritos.
Botões principais
As funções de organização e classificação, por exemplo, trabalham com a adição de plugins ao programa e, para adicioná-los, basta clicar sobre o ícone da função e fazer o download.

Gráficos visíveis
Como a aparência também mudou, não só a localização das ferramentas, o visual dos gráficos que indicam quanto cada disco ocupa estão mais fáceis de localizar.
Gráfico de espaço em disco
Antigamente, tudo era exibido em listas com letras miúdas quase invisíveis. Agora tudo está maior e facilmente identificável. 

Fácil de usar
Interface simples e utilização descomplicada.Não há segredos na utilização do software. Basta informar os locais a serem examinados e iniciar o escaneamento. Ao final, uma lista detalhada com os tipos encontrados e seus respectivos tamanhos é apresentada na janela. Caso haja a necessidade de realizar pesquisas em locais diferentes separadamente, o programa disponibiliza a criação de perfis de escaneamento.
Assim com os tipos, cada arquivo dentro deles também possui informações detalhadas, como tamanho e porcentagem de uso do disco. Se quiser ir além, basta um clique com o botão direito do mouse sobre o item desejado para acessar as propriedades dele. Os dados exibidos podem ser exportados para um relatório — bem organizado por sinal — nos formatos HTML, TXT e CSV.

Outros recursos
•  Informações sobre o tamanho ocupado por todas as pastas do sistema;
•  Localizador de arquivos duplicados;
•  Gerador de assinaturas em lote (batch);
•  Verificador de arquivos do sistema;
Para completar, o FlexTk Express reúne todas essas funções em uma interface intuitiva e de uso muito agradável. Antes de explodir de raiva por não saber o que está travando seu PC, experimente este aplicativo muito simples e eficiente.

Continue reading →

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Hd externo ajuda a desafogar o computador
È de Graça Uai !

Hd externo ajuda a desafogar o computador

À medida que a tecnologia “participa” mais da vida das pessoas, aumenta o número de informações e dados que precisamos guardar e transportar. São documentos, mensagens, fotos, músicas, jogos e até vídeos que, independentemente do seu valor real ou sentimental, acabam sempre nos mesmos lugares: no disco rígido do computador ou em alguma mídia removível.

Do mesmo modo que acumulamos cada vez mais informações, também é interessante que algumas delas possam ser compartilhadas ou acessadas, mesmo que o computador esteja desligado. É aí que os discos de rede entram em cena, para fazer o que os servidores de arquivos faziam no passado: compartilhar arquivos e pastas entre vários usuários com maior ou menor nível de segurança.

Segundo pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia em Berkeley, a humanidade gerou, somente no ano de 2002, aproximadamente 5 Exabytes (o número 5 seguido de 18 zeros) de informações novas e únicas. O estudo estima que esse número cresça em torno de 30% a cada ano. Ou seja, haja discos para guardar informação. Tanto é que, atualmente, os discos rígidos mais vendidos no mercado já estão na casa dos 500 GB, mas o mercado já trabalha bastante também com HDs que chegam a 1 Terabyte (TB). Porém, se você não estiver disposto a trocar o seu HD - ou o seu computador - e ele já está chegando ao limite de armazenamento, a maneira mais simples e prática para expandir a capacidade são os discos externos com porta USB 2.0 (segunda versão do USB, com velocidade de 480 Mbps ou cerca de 60 MB por segundo).

Os participantes

Atenderam ao nosso convite, os principais players desse mercado. Seguem abaixo as empresas e os produtos analisados:

- Seagate, com o FreeAgent Pro

- Western Digital, com o My Book Home Edition (500 GB)

- Iomega, com dois modelos: o Home Network Hard Drive (320 GB) e o StorCenter Network Hard Drive (500 GB)

- LaCie, com o Ethernet Disk Mini Network Hard Drive (500 GB)

- NetGear, com o ReadyNAS 1100 (2 TB)

- LinkSys, com uma solução de armazenamento NAS200

- TRENDnet, com o TS-U200 (200 GB)

Uso Pessoal

Os modelos mais comuns são os que trazem porta USB 2.0. Esses discos funcionam mais ou menos como os pen drives de bolso, só que com uma capacidade infinitamente maior. Para ligá-los é muito fácil: basta ligar o disco na tomada e conectá-lo numa porta USB do seu computador. Se tudo der certo, ele estará em operação em poucos segundos, aparecendo no painel de controle como mais um disco do seu micro.

No geral, as coisas ficam somente nisso, mas, na briga por fatias de mercado, alguns fabricantes incrementam os discos com alguns programinhas já instalados. São, por exemplo, aplicativos de backup, ou gerenciadores mais sofisticados. Esse é o caso do FreeAgent Pro da Seagate, que permite transportar as informações de seu ambiente de trabalho e utilizá-las em qualquer computador. Ou seja, você tem a aparência e os arquivos do seu desktop em qualquer micro. O FreeAgent analisado veio com um disco Seagate de 7.200 rpm (rotações por minuto) e capacidade de 1 TB (ou 1000 Gygabytes), o maior disponível atualmente no mercado.

Já o My Book, da Western Digital, se apega ao conceito do disco externo simples e prático. Uma das curiosidades de seu projeto é a existência de uma interface Firewire 400 adicional (mais usada em Macs) e um conector USB 2.0 Mini, que permite que seu cabo seja utilizado também em câmeras digitais, handhelds e até mesmo smartphones, o que pode ser uma mão na roda para usuários móveis. A desvantagem desse produto é que ele não é distribuído regularmente no Brasil, de modo que a própria Western Digital sugere procurá-lo em lojas do exterior, como Amazon.com.

Compartilhando dados

O compartilhamento de dados talvez seja a aplicação mais interessante dos equipamentos de armazenamento para os usuários domésticos e de pequenos negócios, já que o aparelho realiza a mesma tarefa básica de um servidor de arquivos, só que em uma escala menor, mais em conta e até consumindo menos energia que um computador voltado para apenas essa aplicação. O curioso é que esses discos de rede não deixam de ser pequenos computadores com um sistema operacional, geralmente Linux, dedicado ao gerenciamento do acesso à rede e aos dados. O processo de instalação é um pouco mais complexo e varia de acordo com o fabricante, mas, no geral, todos passam pelo mesmo procedimento: liga-se o disco no switch da rede local, coloca-se o CD de instalação em um PC em um PC conectado na mesma rede, e o aplicativo de detecção começa a rodar, localizando o endereço IP do disco. Esse procedimento permite que o usuário configure o equipamento de acordo com as suas necessidades, incluindo a criação de contas de usuários, nível de acesso e quantidade de memória que pode ser ocupada pelo usuário. É comum alguns discos já virem com pastas comuns pré-configuradas, que podem ser acessadas por todos os usuários da rede e até servidores de mídia, com o objetivo de para compartilhar músicas com todo mundo, por exemplo.

A solução mais simples de compartilhamento desse comparativo é o Home Network Hard Drive de 320 GB da Iomega. Simples porque pode ser usado tanto como um disco de rede quanto um disco USB. Como não existem muitas restrições de segurança, é possível a visualização das pastas da rede enquanto a porta USB é utilizada. Assim, entendemos que o uso na rede está mais como uma facilidade do que uma necessidade propriamente dita. A Iomega ainda oferece um produto bem mais elaborado, que é o StorCenter Network Hard Drive, de 500 GB. Esse disco, oferece porta USB apenas para conectar discos adicionais e impressoras, podendo ser usado, assim, como servidor de impressão.

Um detalhe que começa a ganhar importância entre os discos de rede é o uso de portas Gigabit Ethernet (1.000 mbps), que podem contribuir e muito no desempenho dos discos. O Gigabit Ethernet é um padrão que foi criado para aumentar o desempenho de redes locais. Notamos aumento de desempenho nos testes realizados com um switch Gigabit Ethernet em comparação aos modelos com porta Fast Ethernet (100 mbps). O StorCenter da Iomega, por exemplo, levou apenas 84 segundos para copiar, do PC para o disco, nossa massa de dados – formada por 3.492 arquivos de diversos tamanhos espalhados por 108 subdiretórios (totalizando 100 MB). Já o Home Network Hard Drive, com porta Fast Ethernet, levou em média 106,77 segundos.

Outro aparelho testado foi o Ethernet Disk Mini Network Hard Drive da LaCie, que apresentou um desempenho ainda melhor que o disco da Iomega. No entanto, sua desenvoltura com a porta USB 2.0 não foi das melhores. Ao conectarmos o LaCie ao PC pela USB, ele foi reconhecido como um disco de rede, e sua velocidade máxima ficou limitada a 426 mbps, um pouco abaixo dos 480 mbps do padrão USB 2.0. Mas, o que a LaCie perde em desempenho, ela ganha em segurança.

Finalmente, se você precisa de uma solução de armazenamento em rede para seu pequeno negócio ou mesmo empresa, a saída pode estar na ReadyNAS 1100 da NetGear, uma impressionante solução de NAS (Network Area Storage) que, no nosso caso, veio com quatro discos SATA de 500 GB cada, totalizando 2 TB. Para esclarecer, NAS pode ser definida como uma rede de alta velocidade, que permite o estabelecimento de conexões diretas entre os dispositivos de armazenamento e computadores.

Entre os modelos analisados pelo Olhar Digital, o ReadyNAS 1100 foi o único que não tem a forma de um dispositivo de mesa e sim o formato de um dispositivo de rack de 1U de altura (1 unidade padrão de rack, equivalente a 4,45 cm de altura), mais indicado para montagem em grandes gabinetes. A configuração do ReadyNAS 1100 é um pouco mais complexa, mas, ainda assim é simples: qualquer usuário capaz de configurar um roteador de banda larga (que são cada vez mais comuns, mesmo em ambientes domésticos), não teria dificuldades de colocar o ReadyNAS em funcionamento.

Alternativas

Apesar de todas as facilidades oferecidas pelos discos externos prontos para uso, ainda assim você pode não encontrar o modelo com a capacidade de sua preferência. Se esse for o seu caso, talvez a solução esteja nos "cases" para discos rígidos: kits em forma de gabinetes vazios, nos quais você pode instalar o disco da sua preferência. Nesse caso, sempre dê preferência aos kits para discos SATA (ou Serial ATA), que realizam a transmissão dos dados em série, como se os bits estivessem em fileira, um atrás do outro. Os discos rígidos com interface PATA (padrão IDE/ATA tradicional, que usa comunicação paralela) tendem a sumir do mercado num futuro próximo.

Dois dos modelos analisados pelo Olhar Digital oferecem espa;o para mais de um disco no gabinete. Ou seja: você compra o gabinete e pode instalar nele mais que um disco para guardar suas informações. O NAS 200, da Linksys, possui espaço para dois discos SATA que podem ser montados como dois discos independentes ou agrupados como um único disco. Para quem não está familiarizado: você pode ter dois (ou mais) discos no seu computador, mas você pode programar seu micro para "enxergá-los" como se fosse apenas um. Essa programação pode ser feita de diferentes maneiras. Os técnicos chamaam de RAID 0 (uma configuração que privilegia o desempenho) ou RAID 1 (maior segurança).

O dispositivo da NetGear vai além dessas possibilidades. Com ele, você pode usar as configurações de RAID 0, 1 e também uma outra configuração, chamada de RAID 5, que combina três ou mais discos e garante a recuperação de todos os dados, mesmo que algum dos discos dê problema.

Para finalizar, se você já tem um HD externo, e usa a conexão USB, você pode transformá-lo num disco de rede - que pode ser enxergado por vários computadores e não apenas pelo seu. Adaptadores de rede, como o TS-U200, da TRENDnet, fazem o trabalho.

Conclusão

Pela diversidade de produtos, características e preços, resolvemos não premiar nenhum deles com o a escolha do Olhar Digital, mas temos certeza que, mesmo sem nossa indicação, alguns desses produtos devem atender satisfatoriamente às suas necessidades de armazenamento.
Continue reading →

terça-feira, 27 de abril de 2010

HD pessoal mais rápido do mundo-VelociRaptor VR200M
È de Graça Uai !

HD pessoal mais rápido do mundo-VelociRaptor VR200M

A Western Digital anunciou recentemente o lançamento do VelociRaptor VR200M, o qual foi considerado o HD mais rápido do mundo. A tecnologia de última geração utilizada neste produto supera em 15% o HD mais rápido lançado anteriormente pela concorrente e, agora, também esbanja em capacidade e confiabilidade.
Especificações Técnicas
Ele possui uma velocidade de 10.000 RPM e interface SATA com taxa de transferência que chega a 6 Gb/s com cachê de 32 MB, o dobro de seu antecessor, o VR150M. O novo modelo lançado pela empresa também aumentou sua capacidade de armazenamento de 300 GB para 600 GB. Assim, ele é capaz de armazenar cerca de 150 mil músicas, diversas horas de vídeos ou vários jogos de última geração.
Velocidade e confiabilidade em um produto de última geração.
Com tanta velocidade, o produto ganhou um dissipador de calor embutido que mantém o disco rígido refrigerado e silencioso. Isso também garante mais confiabilidade e capacidade MTBF (Mean Time Between Failures), ou seja, mais tempo de uso antes de ocorrer falhas. Ele atinge 1,4 milhões de horas em média entre falhas, a maior taxa em um drive SATA de alta capacidade.
O WD VelociRaptor foi projetado para ambientes de alto desempenho, como empresas com grande processamento de dados, editores multimídia ou pessoas alucinadas por jogos de última geração. Assim, é possível carregar mapas de jogos 3D com rapidez e garantir a diversão por mais tempo.
O VR200M pode ser encontrado no exterior por cerca de U$ 400 dólares. Ficamos no aguardo do lançamento desta nova tecnologia aqui no Brasil em breve. E você usuário? Pronto para investir em mais essa maravilha tecnológica?
Continue reading →
È de Graça Uai !

Limpe e controle seu HD!




À medida em que o computador vai sendo usado e programas são instalados e removidos, um monte de lixo vai sendo deixado no seu HD. E você saberia avaliar a quantidade de arquivos inúteis que ainda estão ocupando espaço em sua máquina? Este software aqui te dá a resposta, e apaga tudo o que está dando sopa no disco. A varredura é super rápida, e os resultados são mostrados na hora. Aí, é só clicar nos arquivos que deseja eliminar de vez.
Este outro programa é parecido. Mas no caso, elimina qualquer arquivo duplicado em sua máquina. Afinal, pra quê ter o mesmo arquivo duas vezes? Existem algumas opções para você deixar a busca mais precisa e quando as duplicidades são encontradas, é possível apagá-las, criar cópias de segurança e até comparar os arquivos.
E se o seu problema for pouca memória, dê uma olhada neste outro programinha. Com ele, você melhora a performance do seu PC, diminuindo a quantidade de dados alocados na RAM. Ele desaloca operações inúteis e beneficia aquelas rotinas que estão realmente precisando de recursos. Nas configurações, você pode automatizar alguns processos e até alterar a quantidade padrão de memória livre.
Pra terminar nossa dica de hoje, conheça o “What´s my computer doing”. Ele é um software que funciona de forma parecida com o Gerenciador de Tarefas, a telinha que aparece depois que o usuário aperta a famosa combinação CTRL+ALT+DEL no Windows. Só que aqui, você descobre exatamente que recursos os aplicativos estão utilizando, segundo após segundo. Seja uma requisição do processador ou uma busca no HD, tudo é mostrado aqui. Além disso, informações referentes a todas as aplicações aparecem logo abaixo de forma detalhada. Quer finalizar a execução de algum deles? É só apertar este botão. Simples e rápido.
As dicas estão dadas. Agora, é só acessar olhardigital.com.br para ter acesso aos links e baixar estes aplicativos. A gente garante que o seu computador ganhará espaço e performance. Bom trabalho!
Continue reading →

sábado, 24 de abril de 2010

Tecnologia Dual Channel
È de Graça Uai !

Tecnologia Dual Channel

A memória é, sem dúvida, um dos componentes que tem maior influência no desempenho geral do computador. Ela é responsável por armazenar os dados temporariamente enquanto o processador calcula e realiza as tarefas ordenadas pelo usuário. O grande problema das memórias consiste na baixa velocidade em que elas trabalham, fator que limita muito o processador, que deve esperar pacientemente pela transferência de dados.
Na maioria das vezes, as memórias apenas tinham sua frequência (clock) e algumas temporizações alteradas, contudo, nem sempre isso influenciava muito no desempenho. Pensando nisso, o mercado de hardware teve que encontrar outra solução: colocar as memórias para trabalhar em conjunto.
A velocidade aumenta quando utilizamos memórias aos pares
Ao perceber que os computadores estavam ficando um pouco lento e que somente aumentar a frequência não seria suficiente, a solução foi alterar o controlador de memória das placas-mãe, ou até mesmo, dos processadores. As memórias precisam trabalhar em “duplas” para poder utilizar a tecnologia Dual Channel (duplo canal), ou seja, é necessário instalar dois pentes de memória na placa-mãe.
Um conceito bem técnico
Dual Channel é o recurso que permite ao chipset ou ao processador efetuar uma comunicação com dois canais de memória simultaneamente. As memórias trabalham simultaneamente e fornecem o dobro da largura de dados do barramento. O comum das memórias DDR é trabalhar com a incrível quantidade de 64 bits, mas com o recurso Dual Channel, este valor “dobra” e fica em 128 bits.
O que preciso para habilitar a tecnologia Dual Channel?
Dual Channel sempre funciona aos paresComo já citado, a tecnologia de duplo canal só funciona quando se utiliza memórias aos pares. Portanto, você precisará comprar dois pentes de memória, ou quatro. Vale frisar que para ativar o recurso é necessário memórias com frequências, tamanho e temporizações idênticas, de preferência até da mesma marca (assim você evita muitos problemas). Ou seja, para habilitar 4 GB de memória em Dual Channel, você deverá comprar dois pentes de 2 GB ou então, quatro pentes de 1 GB.
Além das memórias, é preciso atentar para o modelo da sua placa-mãe. O chipset (nas placas-mãe para processadores Intel) é o responsável por trabalhar com a tecnologia Dual Channel, e caso ele não suporte este recurso, nem adianta você investir em vários pentes de memória. Usuários que utilizavam processadores Intel, devem consultar o manual da placa-mãe para saber se o chipset suporta o Dual Channel. Já quem possui um processador AMD, pode se despreocupar, porque os processadores com soquete 939, 940, AM2 e AM2+ são totalmente compatíveis com a tecnologia, independendo da placa-mãe e do chipset.
Como habilitar o Dual Channel?
Tudo depende muito da configuração do seu computador. Antes de habilitar, é necessário verificar se a memória já não está operando em Dual Channel. Para verificar isso é muito simples, basta baixar um programa, como o CPU-Z (ou outro de sua preferência), e observar se nas especificações das memórias consta o termo “Dual Channel”.
CPU-Z informa que as memórias estão trabalhando em Single
Bom, se a sua memória ainda não está trabalhando em Dual Channel, vamos solucionar o problema. Habilitar o modo de operação Dual Channel depende apenas da maneira com que você instalou os pentes de memória. O grande problema consiste no seguinte: grande parte dos fabricantes não utiliza o padrão para ajudar o usuário, mas para a felicidade de quem é mais esperto, nos manuais das placas-mãe, sempre vêm descrito em quais soquetes você deve conectar os pentes para que o Dual Channel seja utilizado.
Memórias em Dual Channel numa placa-mãe com 2 slots
Placas-mãe com somente dois espaços para memória RAM não possuem segredos, apenas instale o par de memória nos dois slots. Já as placas-mãe mais robustas trazem quatro slots de memória, fator que confunde muito o usuário. Além disso, as fabricantes adotam cores para “facilitar” a instalação das memórias. É fato que não facilita nem um pouco, mas para que você não tenha que pesquisar no manual, elaboramos a imagem abaixo que exibe como instalar as memórias nestas placas.
Legenda: Repare que para trabalhar em Dual Channel, cada módulo de memória deve ser instalado em um canal. Portanto, se você for utilizar dois módulos de memória em uma placa com quatro slots, instale o primeiro módulo no slot A1 e o outro no slot B1. Caso queira instalar mais dois módulos, instale-os nos slots restantes. Vale frisar que o sistema de cores nem sempre é válido (depende da fabricante da placa-mãe), então procure sempre consultar o manual da placa-mãe. Caso a informação não conste no manual, simplesmente instale os módulos nos slots 1 e 3 (ou 2 e 4).
O conceito não é tão simples e entendê-lo é ainda mais difícil, mas em síntese o recurso Dual Channel seria o que está descrito acima. Espero que você tenha compreendido e possa participar comentando a respeito ou acrescentando novas informações.
Continue reading →
Remova o modo de hibernação do Windows, e ganhe vários MB de espaço no HD
È de Graça Uai !

Remova o modo de hibernação do Windows, e ganhe vários MB de espaço no HD

Você sabia que, enquanto começa a ler este artigo, existe um grande arquivo chamado Hyberfil.sys ocupando um espaço considerável em seu HD? Isso mesmo, ele pode usar até seis gigabytes do seu disco rígido.
Esse arquivo é responsável pelo modo hibernar do seu computador. Ele ocupa todo esse espaço porque, quando o Windows entra neste modo, grava todas as informações nele e desliga os componentes da máquina. Quanto maior seu HD, mais coisas você tem e, consequentemente, maior é o tamanho do Hyberfil.sys.
Assim, quando o PC é ligado novamente, o sistema recupera tudo o que estava sendo feito através deste arquivo - e você pode continuar de onde parou.
O modo hibernar é ideal para quem usa notebooks e não tem energia de sobra. É o jeito mais indicado para quem usa portáteis e precisa economizar bateria ao máximo.
Agora, se você não tem um notebook, ou simplesmente não usa o modo de hibernação, vamos mostrar aqui como desabilitá-lo e, com isso, ganhar um bom espaço no seu HD.
Desabilitando nos Windows 7 e Vista
O processo é igual para os dois sistemas operacionais. Primeiro certifique-se de estar utilizando o computador como administrador, caso contrário você não terá permissão para fazer as mudanças necessárias.
No Menu Iniciar, vá até “Executar” e digite o comando cmd.
Executando o cmd
Abre-se uma janela com o prompt do MS DOS; em seguida execute: powercfg.exe –h off
Desabilitando o modo hibernar
O Windows pede então que você reinicie o computador. Se ele não solicitar, faça-o manualmente. Depois de reiniciar você perceberá que o arquivo Hyberfil.sys terá sido excluído, bem como a opção de hibernar no menu de desligamento da máquina.
Para restaurar este modo, faça o mesmo caminho, executando o comando cmd. Em seguida, execute: powercfg /hibernate on.
Ativando o modo hibernar
Reinicie sua máquina e você terá novamente a opção de hibernar.
Desabilitando no Windows XP
No Windows XP o processo é diferente, porém não mais complicado. Vá até Painel de controle > Opções de energia.
Desabilitando hibernar no XP
Em seguida, desmarque a opção “Ativar hibernação”.
Desativando hibernação no Windows XP
Agora, reinicie o computador e exclua o arquivo Hiberfil.sys. Espaço liberado!
Como citado anteriormente o modo hibernar é muito útil para quem usa computadores portáteis e precisa de artifícios para economizar energia. Porém em um desktops esta função já não é tão necessária, pois, se for interromper o seu uso você pode botá-lo para dormir ou até mesmo desligar a máquina.
Por isso, excluir este arquivo pode ser uma boa pedida, além é claro de render alguns gigabytes a mais. E todo mundo sabe que, quanto mais espaço houver, melhor!
Continue reading →

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Samsung começou a distribuir memórias de 32 GB
È de Graça Uai !

Samsung começou a distribuir memórias de 32 GB

A coreana Samsung começou a distribuir amostras de seus novos – e enormes - pentes de memória RDIMM para testes em fabricantes de servidores.

Imagine rodar jogos, bancos de dados e diversos aplicativos de cloud-computing em milhares – talvez até milhões – de computadores ao mesmo tempo, através da internet. Essa é a carga que servidores encaram diariamente. Para entender, basta pensar na quantidade de buscas, acessos a email, utilização de documentos e visualizações de vídeo ocorrendo simultaneamente nos serviços Google.
Manter a performance de todos os processos, evitando lentidões – respeitando limites de banda de cada usuário – e falhas de carregamento, exige uma quantidade enorme de memória e processadores suficientes para executar todos os comandos.
Graças às tecnologias de múltiplos núcleos, threading e clusters, o processamento de um servidor tem diversas alternativas para funcionar. Já a memória RAM disponível para um servidor funciona do mesmo modo – ainda que em patamares de desempenho mais elevados – que a do seu computador.
Memória RAM
Pentes de memória são constituídos por diversos dies de silício, como você descobriu neste artigo. O agrupamento de dies em chips e sua consequente montagem em um módulo DRAM são os fatores que determinam a capacidade de cada pente de memória.
Pente de memória com 32 GB de capacidade da Samsung
Enquanto os pentes atualmente utilizados – em ambientes de alta performance - são montados a partir de chips de 2 GB, com máximo de 16 GB por pente, o novo produto da Samsung oferece o dobro disso – 32 GB – no mesmo espaço físico, graças à diminuição de tamanho, que passou de 50 para 40 nanômetros.
No servidor
Atualmente, uma estrutura de servidores conta – por máquina – com até 192 GB de memória RAM, utilizando conjuntos, ou pentes de memória, DRAM (dynamic random access memory - memória dinâmica de acesso aleatório) de 16 GB baseados em tecnologia de 40 nm.
O novo módulo de 32 GB em 40 nm da Samsung promete, dependendo do sistema, manter a mesma capacidade – 192 GB – reduzindo até 40% do consumo energético, graças à redução de 12 para 6 módulos de memória por servidor de mão dupla. O acréscimo de velocidade dessa configuração vai dos 800 megabit por segundo (Mbps) dos servidores atuais – com pentes de 16 GB – até 1066 Mbps para o mesmo equipamento utilizando os novos pentes.
Memória RAM 32 GB DDR 3, via Akihabara News
Para sistemas de quatro vias, ainda mais exigentes, é comum utilizar até 1 TB de memória RAM usando os pentes de 16 GB. Com a nova tecnologia, esse limite é expandido até 2 TB sem acréscimo considerável no consumo energético, possibilitando o desenvolvimento de aplicações ainda mais complexas e softwares mais poderosos sem perder desempenho.
Futuro próximo
Ainda vai demorar algum tempo para um pente de memória com 32 GB de capacidade chegar ao consumidor final, já que não existe – ainda – requerimentos para tamanho poder.
Como a maioria dos computadores usa de 2 a 4 GB, enquanto equipamentos de alta performance contam até 8 - ou 16 - GB de RAM, utilizar um chip desses em um computador doméstico seria desperdiçar um componente em processos menores. Mas ainda chegará o dia em que 32 GB de RAM serão padrão de máquinas básicas, ou ainda de computadores já defasados com o seu cenário tecnológico.
Continue reading →

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Como instalar HD no seu Computador.
È de Graça Uai !

Como instalar HD no seu Computador.

Aprenda a instalar um novo HD em seu computador

Seu HD está cheio? Ou você está percebendo que dentro de pouco tempo você terá de trocar ou adquirir um novo HD? Atualmente isso é algo comum, visto que a internet está ficando cada vez mais rápida, e o resultado disso é maior agilidade na hora de baixar arquivos para o seu computador. Há um tempo atrás, encher um HD de 40GB utilizando internet discada parecia impossível. Hoje, com o surgimento de novas tecnologias, isso se tornou algo muito fácil.

Outros fatores que contribuem para que os HDs estejam atingindo a capacidade limite é o aumento do espaço em disco ocupado pelos sistemas operacionais, bem como os jogos, os quais muitos não são mais possíveis de se armazenar em DVDs comuns de 4.7GB.

Mas o que fazer quando o disco enche? Você pode optar por fazer backups, mas é muito chato ter os arquivos do computador dispersos em vários DVDs ou sabe lá qual foi a opção de backup escolhida. Não seria mais interessante se você aumentasse a capacidade de armazenamento do seu computador? Isso por ser feito ao trocar ou colocar um HD novo em seu computador.
Antes de começar...
Antes de mais nada, vale lembrar dos detalhes que devem ser levados em conta. Cuidado com a energia estática! Ela pode danificar seriamente seu computador.

É importante também que você não faça movimentos bruscos com o disco rígido. Ele é um componente frágil, e você deve manuseá-lo com cuidado.
Detalhes na hora escolher o novo HD
Consulte o manual da placa mãe e procure quais são as conexões pra disco rígido que ela suporta. A mais utilizada atualmente são as conexões SATA, mas ainda podem ser encontradas placas mãe com conectores do tipo IDE, nas quais são ligados HDs do tipo PATA.

Detalhes de um HD PATADetalhes de um HD SATA








Se você não tiver o manual da placa, você pode encontrá-lo online, no site do fabricante. Se você não sabe qual é o modelo da placa mãe, tente verificar se ele não é informado quando você liga o computador (isso dependerá do fabricante e de configurações na BIOS). É possível também encontrar qual é o modelo da placa impresso no próprio componente.
Caso você não encontre em nenhum desses modos, também é possível utilizar programas como o System Information for Windows e Everest para tal tarefa. Outro método para verificar quais os tipos de HD que sua placa suporta é observar os detalhes dela e localizar quais os tipos de conectores que são encontrados. Mas é sempre bom olhar o manual para obter especificações mais precisas.
Conectores IDE para HDs PATAConectores para HDs SATA









Se sua placa mãe tiver suporte tanto para PATA quanto para SATA, prefira um HD do tipo SATA, pois é uma tecnologia melhor e mais atual.

Há também dois tipos de HDs SATA: SATA 1 e SATA 2. O cabo de conexão é o mesmo, e o que difere um do outro é a velocidade de transmissão de dados. Enquanto no SATA 1 os dados são transmitidos a 1.5Gbit/s, nos HDs SATA 2 a transmissão é de 3Gbits/s.

Mesmo que você não tenha certeza se a placa mãe de seu computador suporta HDs SATA 2, você pode conectá-lo à placa, pois caso ela não suporte, o HD funcionará normalmente, mas com velocidade reduzida.

Após ter escolhido o tipo e modelo de HD que você deseja comprar, você também deverá comprar um cabo para conectar o disco rígido à placa mãe do computador, caso você não possua nenhum sobrando.
Cabo SATACabo IDE para HDs PATA
Outro detalhe importante é verificar se a fonte de seu computador possui o conector de energia utilizado pelos HDs SATA. Caso ela não possua, será necessário comprar também um adaptador para esse tipo de conector.
Cabo de energia do HD SATACabo de energia do HD PATA
Iniciando o trabalho
Analise o disco
Primeiramente, analise se o HD está com jumpers inseridos, o que pode alterar as configurações. Se seu HD for do tipo SATA 2, ele poderá estar configurado de modo que velocidade dele fique limitada para SATA 1.

Se o modelo for do tipo PATA, você deverá configurá-lo como “MASTER”, caso o HD que você está inserindo seja o disco primário ou o único utilizado pelo computador, ou como “SLAVE”, no caso do disco ser secundário.
Detalhes da etiqueta de um HD PATADetalhe no jumper de um HD PATA









O modo como os jumpers afetam a configuração do disco pode ser localizado na etiqueta que fica na parte superior do disco rígido. Sempre leia a etiqueta e analise como os jumpers estão no disco antes de inserir um HD novo no computador.
Inserindo o disco
Após abertura do gabinete de seu computador, deixe-o em pé, de modo que o painel traseiro fique localizado à sua esquerda. Perceba que ao lado direito do gabinete existem espécies de gavetas. Este é o local onde o disco será fixado.
Computador com o gabinete aberto
Analise o disco rígido e note que existem locais para inserção de parafuso. Perceba também que na gaveta há “furos”, por onde os parafusos devem passar. Você irá inserir o HD na gaveta, cuidadosamente, e posicioná-lo de modo que o HD possa ser parafusado na gaveta.
Detalhes nos locais do parafusoHD inserido na gaveta









Em seguida, insira os parafusos na gaveta, e fixe o disco rígido no gabinete. É recomendado que sejam utilizados parafusos em ambas as laterais da gaveta para que o disco fique bem fixado no gabinete, pois o disco não deve se movimentar enquanto estiver trabalhando.
Fixe o disco rígido no gabinete

Insira agora os conectores de energia e de transmissão de dados. Tanto nos conectores de HDs PATA quanto nos conectores de HDs SATA, só há uma maneira de inserir os conectores no disco e na placa mãe.
Cabo SATA inserido na placaCabo IDE sendo inserido na placa
Detalhes no cabo IDE
Perceba que nos cabos IDE existem pequenas travas, as quais devem ficar para cima na hora de serem inseridas no disco. Já nos cabos SATA, o sulco do conector possui formato de “L”, o qual deve ficar orientado para baixo na hora da inserção no disco.
HD SATA com os cabos conectadosHD PATA com os cabos conectados
Pronto! Você acabou de conectar o HD ao seu computador. Após ter fechado o gabinete, ligue o computador e entre nas configurações da BIOS para ver se o disco foi detectado corretamente. Isso é feito ao pressionar a tecla “Delete” (em alguns casos a tecla pode variar – teclas como F10 e F1 podem ser utilizadas como atalho nesses casos) após ter ligado o computador.
Crie as partições no disco e finalize o trabalho.
Você deverá agora criar uma (ou mais, vai depender das suas necessidades) partição no disco para que ele possa ser efetivamente utilizado. Se o HD for o único existente no computador, será interessante você saber como instalar o Windows nele. Após ter realizado esses procedimentos, seu novo HD estará pronto para armazenar seus arquivos.
Continue reading →

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Novos discos Blu-ray terão até 128 GB de capacidade!
È de Graça Uai !

Novos discos Blu-ray terão até 128 GB de capacidade!

Associação que define os padrões do formato de alta definição propõe novos modelos de discos com ainda mais espaço.

Depois da batalha de formatos contra o HD-DVD da Toshiba ter sido vencida, o Blu-ray começou a se popularizar discretamente. Com players de diversos fabricantes – inclusive o Playstation 3 da Sony – suportando o formato e com a explosão de vendas das televisões Full HD, o BD (Blu-ray Disc) começou a entrar nos lares de pessoas do mundo todo.

Os principais consumidores do formato estão no Japão e na Europa, sendo que nos Estados Unidos – e no Brasil – os discos azuis ainda são considerados mais como curiosidades e itens de colecionador do que o padrão de consumo de filmes e séries.

Mesmo assim, a indústria da tecnologia sobrevive de inovação e o Blu-ray, para se manter no mercado, também precisa apresentar novas possibilidades. Espera-se para breve a publicação das especificações dos dois novos formatos de discos BD: o BDXL (discos de alta capacidade graváveis ou regraváveis) e o IH-BD (discos intra-híbridos).

Blu-ray

Armazenagem e arquivamento

Voltado principalmente para o setor comercial, o BDXL é indicado para quem precisa de grande espaço de armazenagem. Emissoras de TV, estúdios de cinema e publicidade, departamentos de imagem aplicada à medicina podem – utilizando esses discos – esquecer as mídias magnéticas e fazer seus backups em discos óticos mais confiáveis e duradouros.

O padrão BDXL apresenta dois formatos básicos. O formato gravável – com até 128 GB de capacidade –, e um de regravação contendo até 100 GB de dados.

Conteúdo (praticamente) fechado

Disco Blu-rayAo contrário do BDXL – de viés corporativo -, o IH-BD é voltado para o consumidor final. Assim como os discos atualmente disponíveis no mercado, o IH-BD conta com apenas duas camadas de dados, porém a natureza delas é sua principal força.

Enquanto hoje ou você encontra discos de conteúdo estático - no qual você não pode gravar nada - ou graváveis - uma ou mais vezes - o IH-BD pretende reunir ambos os modos em um mesmo disco.

Com uma camada BD-ROM e outra BD-RE, será possível ter um disco com conteúdo protegido de gravação – um filme ou série, por exemplo – e ainda ter espaço para que o próprio usuário guarde informação, sem precisar abrir a bandeja do leitor.

O principal uso encontrado aqui no Baixaki foi para jogos. Imagine o seu PS3 salvando dados dos seus feitos direto no disco em que está o jogo. Outra possibilidade até mais interessante é guardar dados de expansões de determinado jogo no mesmo disco em que está o original, preservando assim espaço no HD do console para outros jogos e downloads.

Novos players

Como os padrões ainda não receberam especificações técnicas, ainda não há previsão de lançamento dos leitores desses formatos. O que se sabe, entretanto, é que os drives atuais não serão compatíveis com o BDXL ou com o IH-BD.

Para conseguir todos os 128 GB disponíveis no BDXL, cada disco utiliza entre três e quatro camadas de dados, o que exigirá do leitor um laser mais potente do que o disponível nos modelos atuais.

O mesmo é verdade para o IH-BD, apesar de o padrão usar a mesma quantidade de camadas de um Blu-ray atualmente comercializado. Para que seja possível obter a versatilidade de camadas estáticas e graváveis em uma mesma peça, algumas características do laser de leitura e gravação serão diferentes das existentes em leitores atuais.

Leitor Blu-ray Amex

Na prática, isso significa que, apesar do potencial para utilização no PS3 e em outras aplicações domésticas, não existirá compatibilidade entre os novos discos e o hardware atualmente disponível. Nem mesmo a alteração do firmware poderá gerar a conversa entre leitores atuais e novos discos.

Felizmente, porém, novos leitores serão retrocompatíveis com discos atuais, quando forem lançados. Isso será possível graças à natureza da tecnologia utilizada no BDXL e no IH-BD, que nada mais é que uma extensão da já existente. Assim, apesar de a configuração do laser sofrer alterações, será possível – através de software – modulá-lo para a leitura de discos BD comuns.

Outra coisa que deve ser esperada é a chegada deste tipo de avanço aqui nas terras brasileiras, algo sem data para acontecer.

Continue reading →
O armazenamento dos arquivos será totalmente diferente com as novas memórias!
È de Graça Uai !

O armazenamento dos arquivos será totalmente diferente com as novas memórias!

Prepare-se para conhecer as novas tecnologias que vão revolucionar em tamanho, espaço, estabilidade, energia e velocidade!

O ano era 1954 e a IBM estava registrando a patente de um componente intitulado “dispositivo de disco” (disk drive). Dois anos depois disso, a empresa lançou um item para armazenamento de dados. Após esses acontecimentos, a indústria da informática levou algumas décadas para chegar ao que conhecemos hoje como disco rígido.

A evolução continuou...

Foi na década de 1990 que os consumidores realmente chegaram a visualizar e ter acesso aos HDs, os quais foram absolutamente necessários e revolucionários para a história dos computadores. No começo os discos rígidos não conseguiam armazenar nem 100 MB, mas o espaço que traziam era mais do que suficiente para os sistemas operacionais da época.

Os processadores evoluíram, os sistemas também e claro que os discos rígidos não ficariam para trás. Aos poucos foram surgindo discos com capacidade de armazenamento de gigabytes, os quais ganharam mais tecnologia e podiam armazenar uma quantidade surpreendente de arquivos. Depois da virada do milênio a informática deu um boom ainda mais forte e fez com que os HDs de centenas de gigabytes aparecessem.

Nenhuma tecnologia  ainda consegue superar a capacidade de armazenamento dos discos rígidos

Até aí você já conhece a história e também deve saber que atualmente temos HDs com mais de 1 TB (terabyte) de espaço. A expansão absurda da computação não só fez os discos ganharem implementações, mas também forçou o desenvolvimento de dispositivos portáteis para armazenamento de dados: os famosos pendrives (que utilizam memória flash).

Hoje você pode comprar um pendrive de 4 GB e transportar uma biblioteca com até mil arquivos em MP3. Além disso, quem preferir pode ter acesso às memórias flash em dispositivos multimídia, cartões de memória para utilização em máquinas digitais e ultimamente até em SSD (os discos que possivelmente vão concorrer com os HDs).

Muitos arquivos num dispositivo de tamanho reduzido

Toda essa história é fantástica, mas será que o futuro do armazenamento está limitado à tecnologia das memórias flash? A informática não vai evoluir mais nesse sentido? O Baixaki vai abordar o que já está em desenvolvimento, para que você fique sabendo o que vai chegar daqui a alguns anos em seu computador.

FeRAM pode substituir a flash futuramente

Esta memória é muito parecida com aquela utilizada nos pendrives, porém ela tem algumas pequenas diferenças que podem ser cruciais para a utilização no futuro.
As memórias FeRAM, ou memórias ferroelétricas de acesso aleatório, possuem uma série de alterações nos materiais que compõem o setor de armazenamento interno (como a inclusão de cristais ferroelétricos).

Falando em termos técnicos, pode-se dizer que o que muda drasticamente na memória FeRAM é o modo como ocorre a gravação dos dados. Esta memória utiliza energia elétrica para seu funcionamento — assim como a memória Flash —, mas não da mesma maneira que na tecnologia concorrente.

A FeRAM basicamente utiliza cargas para gravar os bits, fator que faz esta memória utilizar capacitores (pequenos componentes eletrônicos) como auxiliares na hora de efetuar alguma tarefa nos cristais — os quais são compostos por material ferroelétrico.

Se você não entendeu o que está escrito no parágrafo acima não se preocupe, pois o funcionamento desta memória não é tão importante quanto saber o que ela realmente vai proporcionar.
A FeRAM tende a ser uma memória que utiliza pouca quantidade de energia, mais rapidez para gravar (escrever) os dados e uma vida útil bem maior do que a memória Flash.

O ponto negativo que mais afeta esta tecnologia é a baixa capacidade de armazenamento, motivo pelo qual ela ainda não está sendo comercializada. Muitas fabricantes estão trabalhando no desenvolvimento das memórias FeRAM, mas a notícia mais recente veio da Toshiba, que anunciou ter conseguido criar uma memória de 128 MB (capaz de armazenar aproximadamente 32 músicas em formato MP3).

Arquitetura da memória FeRAM da Toshiba

Fonte: Divulgação Toshiba

A MRAM é uma possível concorrente

Se você sabe um pouquinho de informática deve estar ciente que a maioria dos componentes do computador utiliza energia elétrica para o funcionamento. O disco rígido é um componente que, apesar de necessitar da energia, ainda utiliza o magnetismo para armazenar os dados. A memória MRAM terá alguma semelhança com os discos rígidos, porém seu tamanho físico será muito menor.

Everspin trabalha numa tecnologia avançada para construir a memória MRAM

Fonte: Divulgação Everspin

A MRAM tende a ser um “híbrido” entre o HD e a memória Flash, pois ela utilizará magnetismo (tecnologia utilizada nos HDs) aplicado num chip — assim como a memória Flash. Por utilizar a magnetização, a MRAM consegue escrever ou ler os dados em questão de nanosegundos, mas por se tratar de uma técnica de difícil controle, a magnetização afeta com muita facilidade os dados.

Para entender basicamente o funcionamento da MRAM basta utilizar dois ímãs como exemplo. Estas memórias possuem material magnético, os quais sabem se determinado bit vale 1 ou 0 conforme a polarização.

Por exemplo: se você colocar dois ímãs com polos opostos, eles se atraem. Agora se você inverter um deles, eles serão repelidos. Com os dados funciona de maneira parecida, mas é possível identifica e gravar os dados a partir dessa pequena diferença que ocorre na magnetização.

A memória MRAM começou a ser desenvolvida na década de 1990, mas até o momento o melhor protótipo consegue armazenar meros 32 MB (modelo apresentado pela Hitachi). A geração atual desta tecnologia já permite gravar dados em menos de um nanosegundo, assim como acontece com a FeRAM. Ainda não há dados muito precisos quanto ao consumo de energia da MRAM, mas ao menos já é possível saber que a tecnologia é estável e funciona muito bem.

Chip demonstrativo da memória MRAM da Hitachi

Fonte: TechOn! Japan

A PCRAM está muito próxima da realidade

Um conceito básico da PCRAM, ou PRAM, já existia há uns 30 anos, mas a tecnologia demorou um pouco para engrenar nos laboratórios. A memória de acesso aleatório com mudança de fase (tradução do termo PCRAM) utiliza muita tecnologia eletrônica, porém ela depende de algo totalmente inusitado: calor. Isso mesmo, para gravar dados, a memória PCRAM esquenta o material da qual é feita, permitindo que o chip possa interpretar posteriormente a área gravada como bits de valor 1 ou 0.

O material principal da PCRAM é uma espécie de vidro, o qual pode ser modificado entre as formas cristalina e amorfa. Como já citado, o calor é a técnica que realiza essa mudança na memória e, por ser uma forma simples para escrita dos dados, permite atingir tempos fantásticos para obter ciclos de escrita baixíssimos.

Assim como as tecnologias concorrentes, a PCRAM só não foi lançada ainda por um pequeno problema: não possui um protótipo de alta capacidade. Em 2008 a Intel e uma associada lançaram uma memória PCRAM de 16 MB (com tecnologia de 90 nm), enquanto a Samsung obteve recentemente um progresso maior e mostrou um chip de 512 MB de memória.

Chips de memória PCRAM da Samsung

Fonte: Divulgação Samsung

Apesar de ser mais rápida, a memória PCRAM talvez não seja liberada tão cedo, porque além do problema de capacidade, ela tem um sério problema com a estabilidade. O calor utilizado para gravar os dados requisita uma quantidade de energia maior e não possibilita um nível aceitável de qualidade.

Nano-RAM – Uma solução com o carbono

A tecnologia das memórias Nano-RAM é baseada na substância mais abundante no mundo: o carbono. Aliando nanotubos de carbono com um eletrodo, esta memória consegue gravar dados apenas utilizando uma pequena tensão aplicada aos componentes. A memória identifica os bits conforme a voltagem utilizada.

Nanotubos utilizados na memóira NRAM

Fonte: Divulgação Boston.com (Scott Kirsner)

Em teoria a Nano-RAM deve ser mais rápida do que a memória Flash para escrever e acessar os dados. Além disso, esta tecnologia não utiliza tanta energia como sua concorrente, fator que faz dela uma ótima alternativa para os dispositivos, pois permitem um aumento significativo no tempo de utilização da bateria.

O ciclo de vida da memória Nano-RAM também é superior ao das memórias Flash, portanto o usuário pode, em teoria, apagar e escrever dados infinitas vezes. O único problema que impede esta memória de dominar o mercado é a capacidade de armazenamento, que até o momento não possui grandes progressos. Segundo relatos da fabricante da NRAM, a Nantero, sua memória possivelmente seja útil para utilização em dispositivos que precisem de velocidade e não grande quantidade para guardar dados.

RRAM

A memória de acesso aleatório resistiva é uma nova tecnologia que vem ganhando força com o passar do tempo. Diversas empresas estão trabalhando em soluções para melhorar o funcionamento deste tipo de memória para armazenamento. Utilizando pouca energia e conseguindo velocidades surpreendentes, a RRAM tem chances de ser uma possível concorrente para as memórias Flash, porém até o momento existem outros problemas que as fabricantes enfrentam.

A tecnologia da memória RRAM é semelhante à das memórias PCRAM, porém ela traz algumas diferenças. A gravação dos dados aqui é feita através de uma mudança no material cristalino, o qual tem sua composição alterada conforme reações eletroquímicas são aplicadas. Em tamanho grande tudo funciona maravilhosamente bem, porém quando reduzido à escala nano, fica muito difícil de manter a estabilidade das reações internas.

Ainda não há notícias concretas sobre um protótipo 100% funcional, portanto não é possível saber se as memórias RRAMs terão versões com suporte para grande quantidade de armazenamento. É possível que dentro de pouco tempo a HP lance alguma novidade com esta tecnologia, pois a companhia vem investindo em pesquisa para melhorar as memórias RRAMs. Vale lembrar que a HP lançou em 2008 um protótipo de memória resistiva, o já comentado Memristor.

Memristor - A memória RRAM da HP

Fonte: Divulgação HP Labs

A revolução total: Racetrack

Investir em tecnologias similares parece não ser o foco da IBM, que pretende criar uma memória totalmente inovadora. Enquanto todas as demais fabricantes insistem em melhorar o modelo das memórias RAM (Random Access Memory, ou memória de acesso aleatório), a IBM pretende investir numa arquitetura nova, que possibilite a melhor utilização do espaço para armazenar dados.

A memória Racetrack deve seguir o padrão dos discos rígidos convencionais utilizando a magnetização para gravação de dados. Todavia, o método de funcionamento desta tecnologia impressiona muito. Ao contrário dos HDs que utilizam o disco como forma de armazenamento, a memória Racetrack deve utilizar nanofios magnéticos, que são movidos sobre os dispositivos que permitem a leitura e gravação.

Exemplificação do funcionamento da memória Racetrack

Fonte: Divulgação IBM

Segundo o site de desenvolvimento da IBM, a nova tecnologia deve ganhar espaço em mercado graças à sua alta estabilidade, baixo consumo de energia, alta velocidade e capacidade imensa para armazenamento. Sendo assim, esta memória seria perfeita, porém a IBM ainda sofre alguns sérios problemas com a tecnologia, que por sinal não está nem perto da fase final.

Só para efeitos de curiosidade, vale salientar que o modo de funcionamento da Racetrack dependerá muito de alta precisão na utilização da energia elétrica. Além disso, a memória Racetrack deve ser um dispositivo de acesso 3D, ainda que até agora os protótipos não tenham saído do bidimensional. Evidentemente, a pesquisa continua e a fabricante deve anunciar muito em breve avanços desta tecnologia.

Em qual vale apostar?

As tecnologias são muitas, as fabricantes são competentes e os avanços têm sido contínuos, mas até agora não é possível dizer exatamente qual memória deve ser o novo padrão de armazenamento.
Se considerarmos que a memória Flash ainda está evoluindo e vem fazendo muito sucesso com os discos SSD, talvez não seja o momento de pensar numa tecnologia futura — pelo menos nós usuários não precisamos pensar nisso.

As empresas que desenvolvem tecnologia com certeza devem investir na área, afinal a melhoria de componentes é muito importante para o avanço geral da informática. De todas as tecnologias supracitadas, duas ganham uma atenção extra: a PCRAM e a RaceTrack. A PCRAM tem certo destaque por já contar com um protótipo de 512 MB, ou seja, ela está no caminho certo para competir com as memórias atuais.

A RaceTrack ainda está em fase de desenvolvimento e possivelmente vai ficar no laboratório por algum tempo, todavia esta tecnologia pode ter grandes chances no futuro, principalmente por revolucionar com uma nova arquitetura. Obviamente , os consumidores sairão ganhando de qualquer forma, resta saber apenas o que vai compensar mais, pois até o momento todas as opções em desenvolvimento custam muito caro.

Dê sua opinião

O que você pensa sobre esse avanço tecnológico? Você está satisfeito com o que seu HD proporciona? Acha interessante utilizar a tecnologia das memórias Flash para armazenar o seu sistema operacional? Em qual tecnologia você aposta? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião com os demais internautas.

Continue reading →