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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Manipulação básica do Registro do Windows
È de Graça Uai !

Manipulação básica do Registro do Windows


Introdução


O objetivo deste tutorial é mostrar alguns conceitos básicos para a manipulação do Registro do Windows. Desde já o InfoWester deixa claro que é necessário cautela. Qualquer precipitação pode fazer com que seu Windows pare de funcionar. Por isso, siga cuidadosamente as orientações e não execute os passos deste tutorial caso não se sinta seguro para explorar o Registro do Windows. Apesar deste tutorial ter sido testado em mais de um computador, nada impede que erros ocorram. Sendo assim, ao utilizar este tutorial, você concorda que, sob hipótese alguma, o InfoWester será responsabilizado por quaisquer danos.
O que é o Registro do Windows
O Registro do Windows é uma espécie de banco de dados, onde são armazenadas as informações sobre todos os programas instalados, estrutura de diretórios, informações do usuário, de drivers, enfim. Ele existe desde as versões do Windows 3.x, mas passou a ser utilizado como padrão, a partir do Windows 95.
O Registro, numa comparação grosseira, pode ser entendido como "sangue do Windows", pois todas as atividades no sistema operacional dependem da sua existência. Um exemplo bem simples, é que é através do Registro que o sistema consegue saber onde os programas estão armazenados e quais arquivos se relacionam a eles. É por isso que um simples corrompimento do Registro do Windows faz o sistema parar. Se isso ocorre, não será possível encontrar programas, drivers e configurações.
O programa Regedit
Por ser uma parte crítica do Windows, a Microsoft preferiu não disponibilizar um acesso fácil ao Registro do Windows. Isso porque usuários não preparados poderiam facilmente causar danos ao sistema, tentando fazer reparos ou querendo saber para que servem as linhas estranhas do Registro. Mesmo assim, é possível acessar o Registro do Windows. Isso é feito pelo programa Regedit. Para usá-lo, vá em Iniciar / Executar e digite regedit. Feito isso, uma tela semelhante a essa surgirá:



É através deste programa de aparência simples que você consegue ter acesso direto ao Registro do Windows. Por meio dele pode-se apagar linhas (útil para tirar manualmente rastros de vírus, por exemplo), mudar configurações e se você for um especialista no assunto, corrigir erros.
Fazendo backup do Registro
Por precaução, a primeira etapa deste tutorial é fazer backup (cópia de segurança) do Registro do Windows. Há mais de uma maneira de se fazer isso, mas como já estamos no Regedit, vamos fazer por ele. Estando no programa, clique com o botão direito do mouse em Meu Computador e selecione Exportar. Em seguida, escolha uma pasta e dê um nome à cópia. Para restaurar este backup, no Regedit clique em Arquivo / Importar e localize a cópia. O Windows, por si só, cria cópias de segurança, mas é sempre bom ter um backup a mais.
A estrutura do Registro do Windows
Conforme pode ser visto na janela acima, quando você acessa o Regedit, aparece uma estrutura contendo 6 chaves. Trata-se da estrutura básica do Registro do Windows. Cada uma tem uma finalidade:
HKEY_CLASSES_ROOT - esta chave, na verdade, não é muito importante a princípio. É um atalho para a chaveHKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Classes e sua finalidade é manter compatibilidade com programas antigos, que rodam a 16 bits;
HKEY_CURRENT_USER - esta chave é um atalho para a chave HKEY_USERS\infowester, onde infowester deve ser o nome do usuário do Windows. Ela mostra somente informações do usuário atual do sistema, como configurações personalizadas;
HKEY_LOCAL_MACHINE - esta é a chave mais importante do Registro, pois nela é que estão as informações sobre programas e hardware. Para se ter noção da importante desta chave, seus dados são guardados num arquivo chamado system.dat. Clicando no sinal de mais ao lado desta chave, aparece uma estrutura que indica onde estão os dados. Veja a imagem a seguir:



Repare bem que as informações estão organizadas por tipo. Em HARDWARE estão informações relativas ao harware do computador, como portas parelelas, interfaces SCSI, etc. Em SECURITY, estão informações de segurança e assim por diante. Para servir de exemplo, a figura abaixo mostra a localização de informações do processador do computador usado para criar este tutorial. Veja:



O caminho seguido para achar essas informações foi HARDWARE / DESCRIPTION / System / CentralProcessor / 0. Esse exemplo mostra que a melhor maneira de entender o Registro do Windows é explorar sua hierarquia. Você pode fazer isso de forma segura, bastando não alterar nada. Para se orientar, repare nos nomes das chaves. Como já dito, no exemplo acima foram procuradas informações sobre o processador, ou seja, informações de um hardware. Logo, foi-se à chaveHARDWARE. O passo seguinte foi clicar em DESCRIPTION, que como indica o nome, serve para descrever/mostrar informações de cada hardware.
Uma das chaves mais interessantes, no entanto, é a SOFTWARE. Nela você consegue encontrar informações sobre todos os programas instalados no Windows, inclusive algumas aplicações auxiliares aos drivers de hardware. Veja a imagem a seguir:



Repare que quanto aos softwares, as informações são gravadas de acordo com o desenvolvedor. Assim, se você tem instalado em seu Windows os programas Dreamweaver e Flash, por exemplo, eles deverão aparecer dentro da chave Macromedia, nome da desenvolvedora desses softwares. Em nosso exemplo, clicamos na chave SOFTWARE e em seguida na chave Apple Computer, Inc. Dentro desta chave, há outra, chamada QuickTime, que é o nome de um programa para visualização de vídeo da Apple. Dentro da chave QuickTime há todas as informações relativas ao programa, como tipos de arquivos associados, preferências do usuário, plugins, etc. Pesquise na chave SOFTWARE sobre um programa que esteja instalado em seu computador. Praticamente todos aparecem, inclusive jogos. Assim, se você necessitar alterar algo referente a um software, já sabe onde encontrá-lo no Registro do Windows.
Ainda há outras divisões dentro de HKEY_LOCAL_MACHINE. Explore-as e certamente você descobrirá para que servem.
HKEY_USERS - no Windows é possível ter vários usuários num único computador. A função desta chave é guardar informações de cada um deles. Quando o sistema está configurado apenas para um usuário (muito comum no Windows 95/98), esta chave possui apenas uma entrada, de nome default ou padrão. Todas as limitações dos usuários, assim como todas as suas configurações podem ser manipuladas aqui.
HKEY_CURRENT_CONFIG - é um atalho que contém configurações do usuário atual do computador relativas ao hardware. Este atalho é útil quando é necessário procurar informações do usuário que está logado, pois todas as suas informações aparecem nesta chave.
Alterando o Registro
É comum, inclusive em artigos do InfoWester, ter que alterar algumas informações no Registro do Windows para executar uma configuração em especial. Quando você acessa uma chave e em seguida, alguma entrada, é possível alterá-la clicando duas vezes em cima dela com o mouse ou clicando com o mouse direito do mouse sob a entrada e escolhendo Modificar. Se você escolher este último método ainda será possível mudar o valor binário da entrada (que por ser complexo não será explicado aqui) ou então excluir a entrada (só o faça se souber o que está fazendo). Observe na imagem abaixo que há entradas com as letras "ab" e entradas com uma série de números zeros e uns. O primeiro tipo permite alterações escritas (como por exemplo, mudar o nome de algum parâmetro de um software) e alterações binárias (ou seja, somente é possível configurar digitando 0 ou 1). O segundo tipo só permite alterações binárias. No exemplo da imagem, estamos mudando o nome do processador. Repare que é apenas um exemplo. Não há razões para que você mude o nome do processador do seu computador, mesmo porque pode haver risco de problemas.



Os passos deste exemplo foram os seguintes: acessar a chave HKEY_LOCAL_MACHINE, em seguida HARDWARE,DESCRIPTION e alterar a entrada ProcessorNameString, que informa o nome do processador. Na caixa que aparece, o nome é alterado assim que o botão OK for acionado.
Basicamente, todas as alterações podem ser feitas desta maneira. No entanto, vamos ver um exemplo mais prático. É comum encontrar em sites especializados, dicas de como mudar o nome que aparece na barra de título do InternetExplorer. Geralmente esse nome é "Microsoft Internet Explorer". Você pode colocar a frase que quiser. Para isso, é necessário uma alteração no Registro do Windows. Acesse HKEY_CURRENT_USER / Software / Microsoft / Internet Explorer / Main. No lado direito do Regedit, clique com botão direito do mouse sobre uma área em branco. Apacerá um menu de nome Novo. Escolha Valor da Seqüência e dê a ela o nome de Window Title. Agora, abra esta chave e digite o textro desejado.

Finalizando
O Registro do Windows cresce com o passar do tempo. A maioria dos programas, quando você os desinstala, não retira as entradas do Registro, o que faz com que chaves fiquem armazenadas sem necessidade. Por isso, é importante "limpar" o Registro de vez em quando. Um bom programa para isso é o EasyCleaner, que elimina entradas inválidas, porém há muitos outros bons softwares para isso. Há inclusive, programas que são mais eficientes que o Regedit para manipular o Registro do Windows, mas que são voltados para usuários com uma certa experiência. Se você é usuário do Windows 95/98 e Me, as informações aqui apresentadas podem estar diferentes quanto a nomes e localização de chaves. Isso ocorre pelas mudanças que a Microsoft implementa a cada nova versão do Windows (este texto foi escrito usando como base o Windows XP). No entanto, o funcionamento do Registro permanece o mesmo, o que faz com que este artigo seja válido para todas as versões do Windows. Este tutorial apresentou maneiras básicas para manipular o Registro do Windows. Por se tratar de um mecanismo muito complexo, a inteira compreensão do Registro é demorada e exige grande empenho técnico. Mas se você não é um programador avançado, não é necessário ter amplo conhecimento dessa parte tão fundamental do Windows.
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domingo, 2 de maio de 2010

Como configurar uma rede wi-fi
È de Graça Uai !

Como configurar uma rede wi-fi

Aprenda os passos básicos para configurar uma rede wireless.

Você já deve ter usado, ou ouvido falar, em redes wireless também chamadas de rede wi-fi.
Em resumo
Você pode utilizar redes sem fio em casa ou no trabalho. Para isso precisará de um roteador especial, que capta toda a banda do seu modem e converte os dados para uma determinada freqüência, que pode ser distribuída entre várias máquinas.
Instalando o Roteador Wireless
Roteador WirelessNormalmente os roteadores wireless possuem uma entrada de rede (Porta Wan) e quatro saídas (Portas LAN). Na porta de entrada deve ser conectado o cabo de rede que sai do modem ADSL, e nas portas de saída os cabos dos computadores que não irão receber o sinal da Internet por meio do sinal wireless.
As antenas presentes nos aparelhos são responsáveis por enviar a Internet até os computadores que possuem receptores. Quando você liga o roteador, normalmente sua rede sem fio já está funcionando, mas está desprotegida, aberta para todos que quiserem usá-la.
Posicionamento dos aparelhos
O local no qual os aparelhos serão colocados interfere diretamente na qualidade do sinal que chega até os computadores. É preferível colocar os equipamentos em locais altos, em um ponto mais central, longe de locais que possam criar interferência no sinal.
Em locais com paredes muito grossas poderá ser necessário o uso de um repetido de sinal que, como o próprio nome sugere, recebe o sinal original e o repete com maior intensidades, garantindo que ele chegue em locais mais distantes da fonte original.
Posicione seu roteador em locais centrais.
Hora de configurar
Agora é hora de configurar a rede sem fio através do programa do roteador. Para fazer isso, você abra o seu navegador de Internet favorito e digite o endereço IP do roteador. Normalmente o endereço é 192.168.1.1 ou 192.168.0.1, caso você digite qualquer um dos dois IPs e nada acontecer, consulte o manual de utilização do aparelho para saber qual o endereço correto.
Por padrão, o login e a senha solicitados é “admin” (sem as aspas), mas para ter certeza consulte o manual ou entre em contato com a central de atendimento do produto. Antes de continuar com as configurações é preciso ter certeza que sua placa de rede está configurada com IP dinâmico.
Acessando o “Painel de Controle” escolha a opção “Conexões de rede”. Na tela seguinte, clique com o botão direito do mouse sobre a conexão sem fio e clique em “Propriedades”. Na pequena lista de opções que surgir, selecione “Protocolo TCP/IP” e clique em “Propriedades”. Na tela de configurações, tenha certeza que as opções “Obter endereço IP automaticamente” e “Obter endereço dos servidores DNS automaticamente” estão selecionadas.
Configure seu IP para dinâmico.

A melhor forma de descobrir como alterar as configurações da forma correta é procurando no site Google pela marca e modelo do seu roteador. Com certeza diversos fóruns, blogs e sites que possuem dicas valiosas sobre o assunto aparecerão na busca.

PROTEÇÃO

Existem várias formas de proteger sua rede sem fio, desde sites que podem ser acessados até computadores que podem utilizar a rede. Duas configurações básicas serão abordadas: Chave de Rede e MAC Address.
Chave de Rede
Uma chave de rede nada mais é do que uma senha que o usuário deve digitar para poder acessar a rede sem fio. Existem dois tipos de chave de rede: WAP e WEP. A mais indicada é a WAP, pois existem atualmente programas que quebram chaves WEP em menos de dois minutos. Atualmente já existe também chaves WAP2.
MAC Address
MAC Address é um código através do qual as placas de rede são identificadas. É como se fosse a impressão digital, pois não existe no mundo duas placas com o mesmo código. Como o MAC Address é único, é possível utilizá-lo a fim de garantir a segurança em sua rede, autorizando apenas determinados códigos para ter acesso à rede.
Os MAC Address são compostos por doze números, agrupados em seis duplas. As três primeiras duplas identificam o fabricante da placa, enquanto que as outras três representam o número de série da sua placa.
00 00 5E 00 01 03
Concluindo
Cada roteador, computador e placa possuem uma forma distinta de configuração. Por isso é complicado criar um guia passo-a-passo “genérico”. Mas, como supracitado, realizando uma pesquisa em qualquer portal de busca com a marca e modelo do seu roteador você encontra inúmeros sites e fóruns bem conceituados que ensinam nos mínimos detalhes as configurações.
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Como limpar seus dados nos navegadores!
È de Graça Uai !

Como limpar seus dados nos navegadores!

Em poucos cliques, é possível deixá-los como novos.

Através de poucos cliques, podemos apagar todos os dados armazenados pelos nossos navegadores durante seu uso, que se acumulam nos meses e podem guardar arquivos desnecessários, além de vírus e outros problemas adquiridos ao navegar na Internet.
Muita gente acha que somente com programas especializados é possível retirar o histórico de nossa navegação, como dados armazenados de modo offline, cookies, sessões autenticadas e outros aspectos. No entanto, cada um dos principais navegadores tem essa função, bastando encontrá-la para realizar a tarefa.
COMO LIMPAR
Mozilla Firefox
1.    Acesse a opção “Limpar dados pessoais”, localizada no guia “Ferramentas”.
2.    Escolha quais tipos de dados quer apagar e clique em “Limpar dados pessoais”.
Internet Explorer
1.    Acesse a opção “Escluir Histórico de Navegação”, encontrada em “Ferramentas”.
2.    Clique nos botões para excluir os tipos de dados que deseja.
3.    Caso queira excluir todos eles, basta clicar em “Excluir tudo”.
Google Chrome
1.    Acesse a opção “Limpar dados de navegação”, clicando no ícone com a chave inglesa.
2.    Escolha os tipos de dados e o tempo de uso para a exclusão.
3.    Clique em “Limpar dados de navegação” para terminar.
Desta forma, você poderá deixar o seu navegador como novo, eliminando inclusive alguns problemas que podem ser gerados no decorrer dos meses de uso dos aplicativos. Caso queira fazer uma limpeza mais incisiva nos seus programas, uma boa opção pode ser o CCleaner, software gratuito e repleto de opções de otimização.
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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Como reconhecer se um arquivo tem ou não um vírus.
È de Graça Uai !

Como reconhecer se um arquivo tem ou não um vírus.

Quando se fala em dicas para manter o computador longe de pragas virtuais, a primeira recomendação é instalar um bom antivírus e mantê-lo sempre atualizado. Esse é praticamente o primeiro mandamento da navegação segura. E com razão, já que um banco de dados completo impede que ameaças atinjam seu sistema.
Porém, por mais benéfica que a proteção seja, nem sempre é completamente confiável. Em alguns casos, o antivírus detecta elementos inofensivos do próprio computador e classifica-os como nocivos e apaga ou os coloca em quarentena. Dependendo do arquivo, a ajuda pode virar dor de cabeça.
O que é um falso-positivo?
Casos assim são chamados de falsos-positivos. Como o próprio nome sugere, eles são arquivos comuns que caem no pente-fino do antivírus, como se fossem alguma praga escondida em seu computador, apesar não oferecerem perigo algum.
Resultado confiável?
Como o aplicativo segue uma série de diretrizes impostas, caso seja encontrado um documento fora do padrão de segurança, ele automaticamente trata de defender o sistema da suposta ameaça.
Porém, por mais incomum que pareça ser, esse tipo de alerta é bastante frequente em todos os programas de segurança. A diferença é que os aplicativos mais eficientes detectam menos falso-positivos, apesar de isso não significar que estejam imunes a eles.
Os motivos que originam esses alarmes falsos são variados. O mais comum é a desatualização do banco de dados. Caso não esteja em dia, muitos arquivos e extensões não são reconhecidos e, na tentativa de proteger o computador, o antivírus simplesmente o bloqueia.
Nem sempre confie no  resultado.
Além disso, um aplicativo desatualizado abre brechas para que vírus o ataquem e desconfigurem o próprio sistema de proteção. Com isso, as tais diretrizes são alteradas e passam a atacar elementos inofensivos e essenciais do sistema.
Documentos e programas que necessitam fazer alguma alteração em DLLs do sistema também são os mais apontados como ameaças. Quem já tentou instalar temas em alguma versão do Windows deve ter recebido um alerta de que um objeto nocivo havia sido encontrado.
Quem costuma instalar jogos no computador também sofre bastante com os falsos-positivos, principalmente com os que necessitam de internet para alguma função. Esses games enviam ou exigem alguma resposta de um arquivo do sistema e o antivírus entende como um ataque e simplesmente impede a execução.
A extensão do arquivo também pode resultar em diagnósticos equivocados. Alguns programas são tão rigorosos que abrangem o perigo para todos os documentos que pertençam a um determinado formato. Assim, tanto o vírus “autorun.inf” quanto o inofensivo “lista de mercado.inf” são indicados como perigosos e eliminados.
E isso é perigoso?
Pode ser um vírus  ou apenas um erro do programa.Por mais que o antivírus passe a sensação de segurança, é sempre importante avaliar se seus resultados realmente são verdadeiros. Caso sejam, é possível analisar a origem daquela praga e saber qual página ou programa a originou. Porém, se não passar de um falso-positivo, você pode evitar apagar algo desnecessariamente.
A confiança depositada no programa deve ser redobrada quando a possível ameaça residir dentro do sistema. Caso o diagnóstico aponte para um objeto inserido da pasta Windows, por exemplo, apagar o arquivo infectado pode danificar seu computador de maneira irremediável.
Um exemplo bastante atual disso foi um erro na atualização do banco de dados do McAfee que se transformou em uma verdadeira dor de cabeça para usuários. O antivírus detectou arquivos essenciais do Windows XP como nocivos e os eliminou. Resultado: milhões de computadores passaram a reiniciar infinitamente pela falta de um arquivo necessário para a inicialização.
O que fazer?
Mas que atitude tomar ao perceber que seu antivírus detectou um vírus? Se não é possível confiar plenamente no diagnóstico, como saber se o resultado é ou não uma ameaça real ao computador?
Existem diversos meios de saber se aquele documento é realmente perigoso ou se é apenas outro falso-positivo. O primeiro passo é verificar o nome do suposto vírus e fazer uma pesquisa no Google.
Analise bem o resultado
Procure páginas confiáveis que dizem respeito àquela suposta ameaça e veja o que está sendo dito. Dependendo do antivírus, pode ser que a empresa responsável por ele tenha um fórum ou área destinada à discussão e a esclarecer esse tipo de dúvida dos usuários.
Pense antes de deletar.Além disso, procure utilizar palavras-chave para aperfeiçoar sua busca e torná-la mais eficaz. Além do nome do vírus, coloque o nome do programa que indicou o alerta e onde ele foi encontrado. Com isso, as chances de achar informações aumentam consideravelmente.
Outra ferramenta é o site Vírus Total. Você envia o arquivo infectado e ele utiliza nada menos de que 40 antivírus para descobrir se existem ou não elementos nocivos escondidos. Então ele exibe um relatório separado para cada um dos programas usados. Após terminar o envio, basta clicar no link que o site disponibiliza para ter acesso ao resultado completo.
Por possuir um grande número de fontes, é preciso entender o que o serviço diz. Se boa parte dos antivírus detectarem uma infecção no arquivo, é muito provável que aquela ameaça seja real. Porém, se o índice for baixo e detectado apenas por aplicativos menores, pode ser apenas um falso-alerta.
Pense antes de clicar
Por mais desesperador que seja visualizar aquele alerta de que seu computador está em risco, acalme-se. Tenha bom senso e procure saber se aquele vírus é real ou apenas um equívoco do programa. A pesquisa é a melhor companheira nessas horas.
Agora é sua vez! Seu antivírus indica muitos falsos-positivos? Já teve algum problema sério com eles? Conte para nós nos comentários!
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terça-feira, 27 de abril de 2010

Resolva os problemas do seu navegador dando reset nele.
È de Graça Uai !

Resolva os problemas do seu navegador dando reset nele.

Se seu browser apresenta muitos problemas, pode ser que ele esteja precisando de um reset. Saiba como restaurar todas as configurações e fazê-lo rodar como era quando foi instalado.

Uma das coisas que mais irrita o usuário é um navegador lento. Quem nunca se estressou com a demora de carregamento de alguma página ou praguejou quando o programa simplesmente travou e fechou de repente, fazendo com que você perdesse tudo?
Independente de qual seja o problema, é fundamental que ele funcione perfeitamente, seja para aproveitar ao máximo a velocidade de seu computador e internet ou para evitar complicações futuras. Mas e quando o navegador já está “condenado”?
Em alguns casos, esses problemas já são crônicos. A lentidão já faz parte da rotina, o browser precisa ser reiniciado e hora em hora e nem mesmo reinstalá-lo resolve. Se isso acontece com você, saiba que está na hora de dar um reset no navegador.
Lavou, está novo
Lembra-se de quando seu computador travava e você não conseguia mover nem o mouse? Quando isso acontecia, não havia outra solução se não dar um reset no sistema, ou seja, forçar um reinício para que ele voltasse a funcionar corretamente.
Dando um jeito no navegador
Com os navegadores isso funciona de forma semelhante. Cada personalização, instalação de plugin e complemento e demais alterações que você faz sobrecarregam aos poucos o browser, até que ele não suporte mais e comece a apresentar problemas. Ao resetá-lo, todas as configurações feitas são apagadas, o que faz com que ele fique praticamente como era quando você o instalou pela primeira vez.
Quando devo resetar?
Dando um jeito no  navegadorAntes de passar uma borracha em seu navegador, veja bem se isso é realmente preciso. Como dito, dar um reset faz com que todas as customizações e alterações sejam apagadas e você pode perder tudo o que estiver armazenado no programa desnecessariamente.
A principal causa que exige uma restauração do browser é quando há um excesso de alterações em seu sistema. Cada modificação feita, seja a configuração da página inicial, formas de visualização e instalação de temas “mudam” a programação do aplicativo. O excesso de personalização pode desconfigurá-lo e fazer com que uma série de problema problemas comece a aparecer.
O maior sintoma da necessidade de um reset é a quantidade de erros inesperados que atingem o programa, os chamados crashes. Se você está navegando normalmente e a página fecha sem motivo aparente com frequência, talvez esteja na hora de dar aquela limpeza no navegador.
Mozilla Firefox
1) A primeira coisa a se fazer para dar um reset no navegador é abri-lo em modo de segurança. Para isso, basta abrir o Menu Iniciar, selecionar a pasta “Mozilla Firefox” e executar o programa na forma necessária. Para isso, é necessário que o Firefox esteja completamente fechado.
Selecione o Modo de  Segurança
2) Na pequena tela que surge, selecione a opção “Restaurar todas as preferências para o padrão Firefox”. Então clique no botão “Efetuar alterações e reiniciar”.
Restaure as preferências
Com isso, todas as alterações feitas em seu navegador são restauradas, como se ele tivesse sido instalado recentemente. Mas fique tranquilo, já que seus favoritos, senhas salvas e extensões permanecem intactos.
Google Chrome
Ao contrário do Firefox, o Google Chrome não adiciona suas alterações nos registros do Windows, mas em um arquivo existente dentro de sua pasta. Isso faz com que o reset seja bem mais simples, apesar de variar entre as versões do sistema operacional.
1) Caso seja usuário de um Windows XP, vá até o seguinte diretório:
C:\Documents and Settings\\Local Settings\Application Data\Google\Chrome\Application
Já para quem utiliza uma versão a partir do Windows Vista deve ir até a pasta:
C:\Users\\AppData\Local\Google\Chrome\Application

Lembre-se de alterar pelo nome da partição correspondente em seu computador.
vá até essa pasta
2) Selecione o arquivo “First Run” (Primeira Execução) e delete-o.
Delete este arquivo
Pronto! Da próxima vez que você abrir o navegador, ele vai abrir uma janela de personalização, tal qual foi da primeira vez que você o utilizou. Além disso, como no Firefox, extensões, histórico e elementos salvos não são perdidos.
Opera
O reset do Opera funciona de maneira semelhante ao do Google Chrome, ou seja, é preciso apagar um arquivo dentro da pasta em que está instalado para que sua configuração seja restaurada.
1) Com o navegador fechado, vá para os seguintes diretórios:
Windows XP: C:\Documents and Settings\\application data\opera\opera\profile
Windows Vista e 7: C:\Users\\AppData\Roaming\Opera\Opera
Novamente, lembre-se de alterar o pelo nome utilizado em seu computador.
Vá até esta pasta
2) Selecione o arquivo “operaprefs.ini” (a extensão pode estar oculta, dependendo da configuração de seu computador) e delete-o.
Delete este arquivo.
Quando o Opera for reaberto, todas as alterações feitas nele serão restauradas de forma que ele volte a ficar como era quando foi instalado pela primeira vez.
Internet Explorer 8
1) Abra o navegador e vá até as “Opções de Internet”, encontrado dentro do menu “Ferramentas, no canto superior esquerdo da tela.
Opções de Internet
2) Na pequena janela que é aberta, escolha a aba “Avançadas”.
Seleciona a aba
3) Na parte inferior da tela, clique no botão “Redefinir”.
Clique no botão destacado
4) Outra janela surge. Caso queira fazer uma limpeza geral, apagar configurações pessoais, como senhas salvas e histórico de navegação, selecione a opção “Excluir configurações pessoais”. Então clique novamente em “Redefinir”.
Novamente em
Então é só reiniciar o Internet Explorer e pronto, seu navegador já está resetado e pronto para enfrentar mais uma grande maratona de uso.
Esta dica ajudou a resolver seu problema? Conte a situação do navegador antes e depois do reset nos comentários.
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È de Graça Uai !

Deixe seu computador mais veloz




Seu computador anda mais para lá do que pra cá? Quer arranjar uma forma bem simples de deixá-lo um pouco mais veloz? Então dá uma olhada neste software, o Memory Booster! Ele é bem fácil de manusear, e o melhor: é gratuito!

Basta baixar o aplicativo para o seu PC e iniciar a varredura dentro da sua máquina. O software tira o máximo possível da capacidade da memória RAM do seu computador. Para isso, ele examina todo o conteúdo em execução no Windows. E você pode conferir o andamento da varredura enquanto o programa trabalha. Bastante simples!


Os testes variam de computador para computador. Mas é claro que não dá para esperar nenhum milagre se você tiver uma máquina muito velhinha na sua casa. Para fazer o download do software, basta acessar o link que está embaixo deste vídeo! Bom trabalho!
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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Monte sua rede. Veja aqui!
È de Graça Uai !

Monte sua rede. Veja aqui!

Sinopse
Faça você mesmo sua estrutura de rede. Sem complicações,
este CD-ROM mostra tudo que você precisa saber para interligar
seus micros, compartilhando sua impressora e o acesso internet
por banda larga. E o que é melhor, tanto faz se a plataforma é
Windows ou Linux.

Sem complicações, este CD-ROM mostra tudo que você precisa
saber para interligar seus micros, compartilhando sua impressora e
o acesso à internet por banda larga.

Nº de páginas: CD-ROM
Tamanho: 73 MB
Formato: Rar

MegaUpload

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Aprenda a configurar o CMOS SETUP
È de Graça Uai !

Aprenda a configurar o CMOS SETUP

Configuração do CMOS Setup
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Bios
Bios significa "Basic Input Output system". O Bios é a primeira camada de software do
sistema, um pequeno programa encarregado de reconhecer o hardware, realizar o boot, e
prover informações básicas para o funcionamento do sistema. O Bios é personalizado
para cada modelo de placa mãe, não funcionando em nenhum outro.

Setup
O Setup é um programa que nos permite configurar várias opções acerca do Hardware
instalado, opções relacionadas desempenho do sistema, senhas etc. As configurações do
Setup são cruciais para o funcionamento e bom desempenho do sistema, uma
configuração errada do Setup pode tornar o sistema até 70% mais lento, ou seja, o seu
computador pode virar uma carroça sem cavalos simplesmente devido à uma
configuração errada do Setup do micro. O objetivo deste tutorial é justamente ensinar
como configurar o Setup para um melhor desempenho.

CMOS
CMOS significa 'Complementary Metal Oxide Semicondutor".
Nos primeiros PC's, tais como os antigos XT's e alguns 286's, todos os dados referentes
à configuração dos endereços de IRQ e DMA, quantidade e velocidade das memórias,
HD's instalados etc., eram configurados através de jumpers na placa mãe. Não é preciso
dizer que a configuração de tais jumpers era um trabalho extremamente complicado. Para
facilitar isso, foi criado o Setup, que permite configurar facilmente o sistema.
A função do CMOS é armazenar os dados do Setup pra que não se estes não sejam
perdidos. O CMOS é uma pequena quantidade de memória Ram cerca de 128 bytes,
geralmente embutida no cartucho da Bios. Como a memória Ram é volátil, o CMOS é
alimentado por uma bateria, o que evita a perda dos dados. Porém, esta bateria não dura
pra sempre, de modo que de tempos em tempos ela fica fraca e é preciso troca-la.

Upgrade de BIOS
O Bios é um programa que fica armazenado em chips de memória Flash Ram. O uso
deste tipo de memória visa permitir que o Bios seja modificado. A esta modificação
damos o nome de upgrade de Bios.
De tempos em tempos, surgirem novas tecnologias, como o portas USB, barramento
AGP, SCSI, etc. A função do upgrade de Bios é tornar o micro compatível com estes
novos recursos. Muitas vezes são lançados upgrades também para corrigir Bus no Bios
ou melhorar o suporte a dispositivos. Os fabricantes deixam tais upgrades disponíveis
nas suas páginas para download gratuito, vindo os upgrades na forma de uma arquivo
binário e um programa para gravação dos dados.
Durante o upgrade, os dados do Bios são completamente rescritos. Este é um processo
que costuma durar poucos minutos, o problema é que se a atualização for interrompida
de alguma forma, seja por falta de energia, um esbarrão no botão de reset, ou qualquer outro imprevisto. A Bios não irá funcionar mais, e sem ele a placa mãe se torna inútil.
Por isso, quando for fazer o upgrade do seu Bios, cerque-se de cuidados. Certifique-se
que o arquivo que pegou é o correspondente ao modelo da sua placa mãe e se possível
ligue o micro em um no-break.
Atualmente os grandes fabricante de BIOS são a AWARD, com um Setup baseado em
texto, e a AMI, com sua interface gráfica para o Setup. Apesar das diferenças na
Interface, as opções disponíveis nos Bios destes dois fabricantes são parecidas,
geralmente aparecendo apenas com nome diferentes. Em caso de opções que apareçam
com nomes diferentes dependendo do modelo do Bios, citarei em primeiro lugar o nome
mais comum, colocando outros nomes entre parênteses.
Para entrar no Setup, basta apertar a tecla Del durante a contagem de memória. Dentro
do Setup use as setas do teclado para se locomover entre as opções. As opções do
Setup estão divididas em vários grupos, tais como Bios Features Setup, Chipset Features Setup, etc.
Em Bios da Award, para acessar as opções de algum grupo use o Enter para voltar use o
Esc. As teclas Page Up e Page Down servem para alterar os valores das opções. No
setup de Bios da AMI você poderá utilizar o mouse para selecionar e mudar as opções, e
o Esc para sair do Setup.
Vou explicar brevemente agora algumas das opções mais comuns. É possível que o seu
BIOS tenha alguma opção não documentada aqui, ou não tenha todas, mas de qualquer
maneira, este tutorial vai lhe dar uma boa base para configurar corretamente qualquer
tipo de BIOS.

Standard CMOS Setup
Esta parte do Setup abriga informações básicas sobre o sistema, como data, hora e
discos instalados, é praticamente igual em todos os modelos de BIOS
Date / Time : Permite alterar a data e hora do relógio do CMOS, estes dados são usados
por vários programas como bancos de dados e pelo relógio do Windows
Hard Disks : Mostra os discos rígidos que estão instalados no computador. Através
dessa opção é possível inserir manualmente o número de trilhas, setores, cabeças, etc.
dos discos, mas é preferível usar a opção de IDE HDD Auto-Detection (está na tela
principal do Setup) para detectar automaticamente os discos instalados. Aqui está
também a opção de ativar ou não o modo de disco LBA, caso o seu disco seja maior do
que 528 megas, esta opção deverá ficar ativada.
Drive A : Tipo de drive de disco flexível instalado como Drive A, o mais comum é
possuirmos drives de 1,44 Mb e 3,5 polegadas, caso possua um drive mais antigo ou um
de 2,8 Mb, basta selecionar a opção correspondente
Drive B : Tipo de drive de disco flexível instalado como drive B, caso não exista nenhum
a opção correta é "none"
Vídeo : Caso você possua uma placa SVGA a opção correta é "EGA/VGA"
Halt On : Procedimento que o Bios deverá tomar caso sejam detectados erros de
hardware durante o teste do sistema (POST)
All Errors : A inicialização será interrompida caso exista qualquer erro grave na máquina,
como erro de teclado, nos drives de disquete, ou conflitos entre dispositivos
No Errors : O micro tentará inicializará apesar de qualquer erro que possa existir
All, But Keyboard : A inicialização será interrompida por qualquer erro, com exceção de
erros de teclado
All, But Diskette : Qualquer erro com exceção de erros nos drives de disquete
All, but disk/Key : Exceção para erros no teclado e nas unidades de disquete
Bios Features Setup
Configurações sobre o desempenho do sistema e opções do Post: (Enabled = ativado ,
Disabled = desativado)
Vírus Warning : Oferece uma proteção rudimentar contra vírus, monitorando as
gravações no setor de boot e na tabela de alocação de arquivos. O problema é que
alguns programas de diagnóstico e particionamento/formatação de disco também
escrevem nestas áreas, o que pode acionar o alarme. Porém é melhor manter esta opção
ativada, pois os vírus que se alojam no setor de boot do HD são difíceis de eliminar.
CPU Internal Cache : Permite habilitar ou desabilitar o cache interno do processador ou
cache L1, esta opção deve ficar ativada, caso contrário o desempenho do computador irá
cair cerca de 30%.
CPU External Cache : Habilita ou desabilita o cache da placa mãe, ou cache L2. Como a
opção acima, esta também deve ficar ativada. Pode-se desativa-la caso haja alguma
suspeita de defeito no cache L-2
Quick Power On Self Test (Quick Boot) : Caso ativada esta opção, durante o Post
alguns componentes não serão checados, resultando em um Boot um pouco mais rápido.
Boot Sequence : Define a seqüência na qual os drives serão checados durante o boot:
A, C : Opção mais comum. O sistema irá checar primeiro o drive de disquete à procura de
algum sistema operacional, caso não encontre nada, procurará no disco rígido
C,A : O disco rígido será checado primeiro, e em seguida o disquete
C only : Será checado somente o disco rígido
Dependendo do modelo do seu BIOS, haverá também a opção de dar o boot através do
CD Rom.
1 st Boot Device, 2 nd Boot Device, 3 rd Boot Device, 4 th Boot Device : Estas opções,
encontradas em Bios AMI, equivale à opção Boot Sequence e define a seqüência na qual
os drives serão checados durante o boot, aqui poderá se definir se o bios tentará dar o
boot primeiro através do drive de disquetes ou através do HD ou mesmo através de drive
de CD Rom
Try Other Boot Device : Caso não encontre nenhum sistema operacional nos drives
selecionados, o Bios irá procura-lo em outros meios de armazenamento, como Zip Drives
e cartões de memória Flash, dependendo do nível de atualização do Bios.
Recomendável a opção "yes"
S.M.A.R.T for Hard Disks : O Smart uma nova tecnologia na qual um HD pode emitir
sinais informando que está com problemas e está prestes a "pifar". Caso o HD seja
compatível, e em conjunto com um programa específico, o HD poderá lhe avisar quando
o pior estiver prestes a acontecer, dando tempo de vc salvar os dados contidos nele. Esta
opção não prejudica em nada o desempenho do HD e é recomendável mante-la ativada
PS/2 Mouse Function Control : Habilita ou não a porta PS/2. Caso o seu computador
não possua mouse ou teclado PS/2 (aqueles com encaixe redondo de cerca de 0,7 cm de
largura) esta opção deverá ficar desabilitada para desocupar um IRQ.
Swap Floppy Drive : Caso você tenha dois drives de disquetes, esta opção permite que
sem a necessidade de mudar os cabos, inverta-se a posição dos drives, assim o Drive A
passará a ser o drive B e vice-versa.
Boot UP Floppy Seek : Habilita ou não a verificação do Bios para determinar se o drive
de disquetes tem 40 ou 80 trilhas. Como somente os drives antigos de 180 e 360 kb
possuíam 40 trilhas, é recomendável desabilitar esta opção para um boot um pouco mais
rápido.
Boot UP Numlock Status : Define se a tecla Numlock será acionada ou não durante o
boot.
Boot UP System Speed : Define em qual velocidade a CPU irá trabalhar durante o boot:
High : Boot na velocidade máxima do processador
Low : O Boot é executado na velocidade do barramento AT, alguns periféricos mais
antigos (muito antigos :-) requerem que o boot seja dado nesta velocidade.
À não ser que enfrente algum problema devido a algum periférico mais antigo, é
recomendável a opção High para um boot mais rápido.
IDE HDD Block Mode : Esta opção é muito importante. O Block Mode permite que os
dados sejam acessados em blocos, ao invés de ser acessado um setor por vez. Isto
melhora muito o desempenho do HD. Somente HD's muito antigos não aceitam este
recurso. É altamente recomendável manter esta opção ativada, caso contrário, o
desempenho do HD poderá cair em mais de 20%. Em alguns BIOS esta opção está na
sessão "Integrated Peripherals"
Gate 20 option : O Gate 20 é um dispositivo encarregado de endereçar a memória acima
de 1 Mb (memória extendida) esta opção permite definir em qual velocidade será feito o
acesso à memória. É recomendável a opção 'fast"
Typematic Rate Setting : Habilita ou não o recurso de repetição de teclas.
Typematic Rate (chars/sec) : Define o número de repetições por segundo de uma tecla
pressionada
Typematic Rate Delay (msec) : Define quantos milessegundos o sistema deverá esperar
antes de habilitar a repetição de teclas caso uma tecla fique pressionada.
Security Option : opção relacionado à senha do Setup:
Setup : A senha do micro será solicitada toda vez que se tentar entrar no Setup
System: A senha será solicitada toda vez que se iniciar o micro
USB Function : Habilita ou não o uso de um controlador USB (Universal Serial Bus)
deixe esta opção ativada caso esteja fazendo uso de algum dispositivo USB
USB Kb/Mouse Legacy Support : Ativa o suporte por parte do Bios a mouses e teclados
padrão USB
PCI/VGA Palette Snoop : Opção de se instalar mais de uma placa de vídeo, este recurso
é suportado por muitos sistemas operacionais, como o win98 e o OS/2
Assign IRQ for VGA : Reserva uma IRQ do sistema para o uso da placa de vídeo.
Geralmente as placas mais antigas não precisam desse recurso, neste caso ao o
desativarmos ganharemos uma IRQ para ser usa por um outro dispositivo. Porém, A
maioria das placas 3D modernas, Algumas placas porém, como a Viper V330 só
funcionam corretamente se esta opção estiver ativada.
Os Select for Dram > 64 Mb (Boot to OS/2) : Esta opção visa manter compatibilidade
com o OS/2 quando são instalados mais de 64 MB de memória Ram no sistema. Deve
ficar ativada apenas caso você use o OS/2 e possua mais de 64 MB de Ram.
System Bios Shadow : Permite que os dados do Bios sejam copiados para a memória
Ram. O Bios contém informações sobre o hardware do micro que são acessadas a todo o
momento pelo sistema operacional. Como a memória Ram é muito mais rápida do que a
memória Rom onde estes dados estão inicialmente instalados. A ativação do Shadow irá
melhorar o desempenho geral do sistema em aplicativos MS-Dos.
Vídeo Bios Shadow : Os dados do Bios da placa de vídeo serão copiados para a
memória Ram. Recomenda-se a ativação dessa opção para melhorar o desempenho da
placa de vídeo em aplicativos MS-Dos
C8000-CBFFF Shadow, CC000-CFFFF Shadow, D0000-D3FFF Shadow, etc.
Através destas opções, Bios de outros dispositivos também serão copiados para a
memória Ram, melhorando a velocidade de acesso a estes dispositivos.

Chipset Features Setup
Esta parte do Setup é a que possui maiores variações de opções dependendo da data e
modelo da BIOS, colocarei todas as opções de que tenho conhecimento existirem, muitas
não estarão disponíveis no Setup do seu micro.
Aqui estão localizadas as opções referentes ao desempenho da memória Ram.
Temos a opção de configurar os valores para o maior desempenho possível,
sacrificando um pouco da confiabilidade do equipamento, ou optar por configurações
menos agressivas a fim de aumentar a confiabilidade do equipamento. A escolha deve
depender da qualidade do Hardware do seu equipamento e de quanto você pretende
exigir da máquina. Em caso de problemas, bastará voltar aos valores antigos.
Auto Configuration : Através desta opção pode-se habilitar o recurso das configurações
do Chipset Features Setup serem feitas pelo próprio Bios, utilizando-se valores defalt .Isto
garante uma maior confiabilidade do micro, porém se perde em desempenho. O ideal é
configurar manualmente as opções. Em alguns modelos de BIOS existe além das opções
Enabled/Disabled a opção de auto-configuração para memórias de 70 nanos e de 60
nanos, podendo configurar a opção de acordo com o tipo de memória usado (ver o
tutorial sobre memórias)
Dram Timing Control : Opção para configurar a velocidade em que a memória Ram do
sistema irá trabalhar, geralmente estão disponíveis as opções: normal, medium, fast e
turbo, sendo a turbo a mais rápida. Quanto mais alta a velocidade, mais rápido ficará o
micro como um todo, porém dependendo da qualidade das suas memórias, um valor
muito alto poderá causar travamentos, experimente o valor Turbo primeiro, caso tenha
problemas tente baixar um pouco a velocidade.
Em alguns Bios os valores para esta opção aparecem na forma de seqüências de 4
números, que correspondem aos tempos de aceso. Neste caso, quanto mais baixos os
números, maior a velocidade.
Dram Read Burst (EDO/FPM) : Define o tempo de espera entre cada ciclo de leitura da
memória Ram. Quanto menor o tempo, mais rápida será a velocidade de operação das
memórias. Geralmente estão disponíveis as opções: x222 , x333 e x444, sendo x222 o
mais rápido.
Caso esteja usando memórias EDO, provavelmente não terá problemas usando a opção
x222. usando memórias FPM o valor correto será x333 ou x444.
Dram Write Burst Timing : Tempo de espera entre cada ciclo de escrita da memória
Ram. Opções idênticas ao Dram Read Burst
Reduce Dram Leadoff Cycle : Opção de diminuir o tempo destinado ao primeiro ciclo
das memórias, melhorando o desempenho do micro. Dependendo da qualidade das
memórias o acionamento dessa opção pode causar travamentos, mas o ideal é mante-la
ativada.
Cache Timing : Velocidade na qual o cache L-2 da placa mãe irá funcionar. Geralmente
estão disponíveis as opções fast e fastest . A menos que vc esteja desconfiado da qualidade
 da sua memória cache, ou o micro esteja trabalhando em overclock, use opção
fastest para um melhor desempenho.
Dram RAS# Precarge Time : Número de ciclos de CPU reservados para o sinal RAS#
(Row Adress Strobe) conservar sua carga antes da restauração dos dados da Ram
(refresh), geralmente estão disponíveis as opções 3 e 4 , significando 3 ou 4 ciclos de
CPU, é recomendável manter o valor mais baixo para um melhor desempenho.
Dram R/W Leadoff Timing : Número de ciclos de CPU dados à memória Ram antes de
cada ciclo de leitura ou escrita. O valor mais baixo resulta em um melhor desempenho.
Speculative Leadoff : Alguns chipsets oferecem esse recurso, que pode ser ativado ou
desativado no Setup. Quando ativado, ele aumenta a velocidade do primeiro acesso à
memória de cada ciclo, conseguindo-se um pequeno aumento de performance
Interleaving : É uma técnica usada em alguns chipsets mais recentes para melhorar a
performance das memórias, esta função pode ser ativa no Setup das pacas compatíveis.
Com esse recurso o processador pode transferir mais dados para a Ram no mesmo
espaço de tempo, aumentando a performance.
ISA Bus Clock : Velocidade de operação do barramento ISA em relação à velocidade do
barramento PCI, nesta opção pode-se escolher entre 1/3 ou 1/ 4 da velocidade do
barramento PCI. Usando Bus de 66 ou 100 mhz, a opção correta é 1/ 4. Caso o seu
processador utilize bus de 50 mhz (Pentium 75) a opção correta é 1/3
System BIOS Cacheable : Habilita ou não o cacheamento da memória Ram ocupada
pelo BIOS da placa mãe. Esta opção pode ficar ativada para um melhor desempenho do
sistema em aplicativos MS-Dos
Vídeo BIOS Cacheable : Habilita ou não o cacheamento da memória Ram ocupada pelo
BIOS da placa de vídeo, aumentando o desempenho dap laca em aplicativos MS-Dos
8 Bit I/O Recovery Time e 16 Bit I/O Recovery Time : Tempo de espera em ciclos de
CPU em operações de transferência de dados do barramento PCI para o barramento ISA.
Peer Concurrency : Opção para dois ou mais dispositivos PCI funcionarem ao mesmo
tempo, deve ficar ativada.

Power Management Setup
Aqui estão as configurações relacionadas ao modo de economia de energia, uma boa
configuração pode economizar vários reais na conta do final do mês :- )
Power Management : Define o tempo antes da ativação dos modos doze, standby e
suspend para economia de energia:
Disabled : todos os recursos de economia de energia ficarão desativados
Min Saving : Economia mínima de energia, os recursos entram em apenas depois de
uma hora de inatividade do micro.
Max Savig : Economia máxima de energia todos os recursos de economia estarão
ativados.
User Defined : Permite definir manualmente cada opção
PM Control by APM : Define se o padrão APM (Advanced Power Management) existe no
seu sistema, este permite uma maior economia de energia. Deve ficar ativada.
Doze Mode: Após o período escolhido nesta opção (pode ser de 1 mim até 1 hora) de
inatividade do computador, a CPU entrará em modo de economia, voltando ao modo
normal assim que houver qualquer atividade.
Standby Mode : Após o período escolhido nesta opção (pode ser de 1 mim até 1 hora)
de inatividade do computador, o monitor e o HD serão desligados, voltando ao modo
normal assim que houver qualquer atividade.
Suspend Mode : Após o período determinado, todos os dispositivos do micro, exceto a
CPU serão desligados
HDD Power Down : Tempo definido antes do HD ser desligado em caso de inatividade
do micro. Este modo não funciona em HD's SCSI
Wake Up Events in Doze & Standby e Power Down & Resume Events : Serve para
monitorar a atividade de algumas interrupções (IRQ's) permitindo ou não que estas
acordem o sistema:
On: A interrupção selecionada pode acordar o sistema
Off: A interrupção selecionada não irá acordar o sistema
PNP/PCI Configuration Setup
Permite configurar opções relacionadas com o suporte a dispositivos por parte do Bios:
Plug and Play Aware OS : Nesta opção você deverá informar se o sistema operacional
instalado na máquina é compatível com o padrão plug and play. Caso você estrja usando
o Windows 95 ou 98, escolha "Yes" caso esteja utilizando outro sistema operacional,
como o Linux, OS/2, Dos, etc. escolha "No", pois estes sistemas não são compatíveis
com o padrão plug and paly.
Resources Controlled by :
Auto : O sistema atribuirá automaticamente as definições de IRQ e DMA para todos os
dispositivos (opção altamente recomendada)
Manual : Permite atribuir as definições manualmente, neste caso, aparecerá uma lista de
interrupções disponíveis e você deverá configura-las manualmente, este processo é difícil
e qualquer erro pode impedir o boot do micro, selecione esta opção apenas se tiver
problemas com a configuração automática ou gostar de desafios.
Reset Configuration Data : Reinicializa ou não o ESCD ao sair do COMS Setup
Enabled : O ESCD será reiniciado automaticamente quando for instalado um novo
periférico, atribuindo endereços para ele automaticamente (opção recomendada)
Disabled : Não reinicializa o ESCD
PCI IDE IRQ Map To : Configura o tipo de controladora IDE em uso:
PCI-Auto : O sistema determina automaticamente qual o tipo de controladora de disco
IDE está instalada no sistema (opção recomendada)
ISA: A controladora IDE é padrão ISA (use esta opção caso a sua controladora IDE seja
daquelas antigas que são espetadas em um slot ISA)
Primary IDE INT# e Secondary IDE INT# : Define qual a interrupção PCI que está
associada às interfaces IDE. Não é recomendável alterar os valores defalt
Integrated Peripherals
IDE Primary Master PIO , IDE Secundary Master PIO, IDE Primary Slave PIO e IDE
Secundary Slave PIO : Determina o PIO Mode (velocidade máxima de transferencia de
dados, ver tutorial sobre HD's) correspondente a cada disco ou CD-Rom Ide instalado:
Auto : O sistema irá determinar o PIO automaticamente (opção recomendada)
Mode 0 , Mode 1, Mode 2 e Mode 3 : modos usados em discos mais antigos.
Mode 4 :Usado na maioria dos HD's de até 1 ano atrás
UDMA : Utilizado pelos HD's mais novos
Prefira usar a opção Auto, para que o próprio Bios detecte o Modo usado por cda
dispositivo
PCI IDE 2 nd Channel : Habilita ou não o uso de uma placa controladora IDE externa,
conectada a um Slot PCI funcionando como IDE secundária
On-Chip Primary PCI IDE e On-Chip Secundary PCI IDE : Permite desabilitar as
interfaces PCI embutidas na placa mãe:
Enabled : Habilita a interface IDE embutida na placa mãe)
Disabled : Desabilita a interface IDE da placa mãe para o uso de uma placa externa
conectada a um Slot PCI.
USB Controller : Habilita ou não o uso de um controlador USB (Universal Serial Bus)
deixe esta opção ativada caso esteja fazendo uso de algum dispositivo 
Onboard FDD Controller : Habilita ou não a controladora de drivers de disquete
embutida na placa mãe. Esta opção deverá ficar ativada à menos que vc vá conectar uma
controladora externa.
2 Onboard Serial Port 1 e Onboard Serial Port: Permite habilitar/desabilitar e
especificar os endereços para a porta para as postas seriais do micro. A porta serial
primária geralmente é utilizada pelo Mouse e a segunda quase sempre está vaga (aquela
saída de 25 pinos do lado da saída do mouse). Por defalt a porta serial primária (Onboard
Serial Port 1) utilizada pelo mouse, usa a Com 1 e o endereço 3f8, caso vc instale algum
periférico que vá utilizar esta porta (um modem configurado para utilizar a Com 1 por
exemplo) poderá mudar a porta utilizada pelo mouse para evitar conflitos.
As opções são:
Disabled : Desabilita a porta serial
3F8h, 2F8h, 3E8h, 2E8h : Especifica o endereço da porta
Onboard Parallel Port : Esta é a porta da impressora, aqui você poderá desabilita-la ou
mudar o endereço atribuído para ela
Onboard Parallel Port Mode : Determina o modo de operação da porta paralela do
micro. Geralmente estão disponíveis as opções Normal, Bidirecional, ECP e EPP. Os
modos Normal e Bidirecional são mais bem mais lentos. A diferença entre eles é que o
modo Bidirecional permite comunicação bidirecional. O modo ECP é mais rápido, sendo
usado por impressoras um pouco mais modernas, além de ser compatível com a maioria
dos Scanners, Zip Drives e outros dispositivos que utilizam a porta paralela. Temos
também o EPP com velocidade semelhante ao ECP porém com menos recursos.
ECP Mode Use DMA : Especifica o canal DMA a ser usado pela porta paralela caso seja
escolhido o modo ECP
Mais Opções
Load Setup Defalts
Carrega os valores defalt do Bios para todas as opções do CMOS Setup.
Password Setting :
No Setup também existe a opção de se estabelecer um senha para o uso do micro, esta
senha poderá ser solicitada toda vez que se inicializar o micro, ou somente para se
alterar os dados do Setup, isto pode ser definido na opção "Security Option" do Bios
Features Setup. Caso se esqueça a senha do micro, é possível retirá-la apagando todos
os dados do CMOS, para isso vc deverá abrir o micro e retirar a bateria da placa mãe por
alguns minutos recolocando-a em seguida, em algumas placas mãe isto é feito mudandose
a posição de um jumper específico.
IDE HDD Auto Detection :
Esta é a opção de permitir ao Setup configurar automaticamente todos os discos IDE que
você tem no micro, ao instalar um disco novo, não deixe de usar esta opção para
configura-lo automaticamente.
Save & Exit Setup
Salvar todas as auterações e sair
Exit Without Saving
Sair sem salvar qualquer alteração
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